quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Como a Internet de Todas as Coisas irá impactar o seu emprego

Resultado de imagem para Internet de Todas as Coisas A Internet de Todas as Coisas (Internet of Everything - IOE) vai ter um enorme impacto sobre os negócios. Este fenômeno está reinventando completamente a forma como as empresas operam, trazendo produtividade e competitividade para níveis mais elevados, abrindo muitas portas para novas oportunidades.

As empresas estão aproveitando mais recentemente o poder da Internet de Todas as Coisas pois perceberam que ela vai impactar sua estratégia global de negócios, e não apenas sua tecnologia.

A Internet de Todas as Coisas (IOE) expande o já conhecido conceito de Internet das Coisas(IoT), sendo definida como uma conexão em rede, de pessoas, processos, dados e coisas. Cada vez mais pessoas e coisas se conectam o tempo todo. Até 2020, cerca de 50 bilhões de coisas e mais de 5 bilhões de pessoas estarão conectadas à internet, gerando mais dados e exigindo novos processos para ajudar a gerar e compartilhar novas informações.

  Com estas novas mudanças observaremos não só um crescimento de conexões, é muito mais que isso, envolve tudo o que essas conexões tornam possíveis!
 
As possibilidades são enormes e incríveis quando as pessoas se conectam com o que antes estava desconectado, voltando-se para a Internet, aumentando os benefícios para todos.

Tratam-se de benefícios econômicos para empresas, melhores formas de educar e cuidar das pessoas, melhor qualidade de vida. A Internet de Todas as Coisas é possível graças à junção de diversas tecnologias (mobilidade, TI, computação em nuvem, Big Data, internet das coisas).
 
Quando se trata de Internet de Todas as Coisas é importante pensar de um modo novo, de uma forma transformacional, a fim de entender quais dispositivos estarão conectados e quais as oportunidades de negócios que irão criar. Uma mudança importante para o ambiente de trabalho é apenas um dos aspectos dessas novas oportunidades de negócios.

Segundo a Accenture cerca de 86% de 1.400 líderes empresariais entrevistados acham que a Internet de Todas as Coisas vai ser uma criadora de postos de trabalho. Ela possibilitará a criação de novos empregos, consequentemente, funções atuais vão ser redefinidas.

Certamente essas mudanças criarão uma grande revolução na forma como trabalhamos, mudando radicalmente o emprego em diferentes níveis dentro da empresa.

Obviamente que esta nova realidade será um novo desafio para as empresas que deverão procurar as melhores formas de implementar tudo isso corretamente, a fim de maximizar o potencial de negócios. Decisões devem ser tomadas tanto do lado da tecnologia quanto da empresa -  novos equipamentos, novos treinamentos, financiamentos, capacitação de pessoal, etc.

 A Internet  de Todas as Coisas terá um impacto muito grande sobre o emprego em todos os níveis. Os empregados das empresas, de uma forma geral, deverão ser mais capazes de se adaptar às novas normas e expectativas da indústria. Sua relação com dispositivos conectados deverá ser cada vez mais frequente.
 

Eles deverão se acostumar a obter as informações que precisam, em tempo real, via dispositivos conectados e serem capazes de usar esse conhecimento em conjunto com suas habilidades em suas tarefas do dia-a-dia.

Profissionais de TI deverão estar preparados para lidar com as mais diversas formas de tecnologias e suas formas de integração. Para esses profissionais este novo cenário significa que os limites da rede e do sistema irão expandir, impactando outros níveis da rede. O aumento de dispositivos conectados irá elevar a pressão sobre a rede e criar a necessidade de uma maior largura de banda.

A Internet de Todas as Coisas vai mudar drasticamente a forma como as empresas fazem negócios para melhor.

Gerentes deverão ser capazes de criar oportunidades adicionais. Por exemplo, deverão ter uma compreensão profunda do que precisa ser alterado a partir de um ponto de vista operacional para o sucesso dos negócios no dia-a-dia. Os profissionais devem se preparar para entender como todos esses recursos devem ser usados, principalmente, para aumentar a experiência do cliente ou a eficiência da equipe de vendas.  Na parte financeira a empresa deve se perguntar como o modelo de receita vai mudar com a realidade da Internet de Todas as Coisas.

Haverá também um impacto sobre o crescimento global do emprego.

Vislumbra-se que a Internet de Todas as Coisas terá um impacto extremamente positivo na criação global de empregos e no crescimento de muitas indústrias, uma vez que vai obrigar as empresas a crescerem e expandirem sua capacidade para contratar profissionais que possuem as habilidades necessárias para implementar adequadamente a tecnologia.


A previsão é que o crescimento do emprego também irá aumentar o produto interno bruto das vinte maiores economias do mundo em 2030, em cerca de US$ 14 trilhões.

Profissionais que tenham formação e habilidades relacionadas a este novo cenário estarão em alta.

Estamos diante de uma mudança nas empresas, tanto do ponto de vista da tecnologia quanto da exigência de profissionais qualificados. Não é apenas a criação de tecnologias mais robustas e inovadoras, também está se criando um campo totalmente novo de postos de trabalhos que nunca foram vistos antes.

A Internet de Todas as Coisas está abrindo portas para o desenvolvimento de empregos e crescimento em áreas de tecnologia em todos os setores e está exigindo profissionais antenados e conectados que utilizem todos esses recursos a seu favor, para que não sejam  engolidos por eles.


Patrick Pedreira é Professor Mestre em Ciência da Computação, aluno especial de doutorado na USP, coordenador de curso de graduação e, acima de tudo, um amante da tecnologia.

Algoritmos vão alterar seu comportamento: e outras previsões tecnológicas da Gartner - comentadas

A transformação digital vem cada vez mais forte e o que um dia não fomos capazes sequer de prever, já está acontecendo. De acordo com a consultoria Gartner, veremos realidade aumentada, declínio de aplicativos móveis e mudança na navegação web a partir de comandos de voz.
A Gartner elencou 10 tendências para os próximos 4 anos que você precisa ficar de olho. Selecionei algumas delas e complementei com comentários próprios.
 
Realidade aumentada na hora de comprar
A experiência de compras deve ser otimizada pelas marcas em dispositivos móveis. A realidade aumentada vai elevar o nível de informações digitais, como textos, imagens, vídeos e áudios para engajar, seja em lojas físicas ou on-line. Um exemplo? Você está andando em um supermercado e poderá ver diferentes itens flutuando no ar usando óculos especiais para isso (de realidade aumentada, claro), que serão bem mais discretos e elegantes que os atuais tijolões. Ao comprar on-line, você poderá ver como móveis ficariam em sua casa apontando a câmera para o ambiente e, assim, escolher os melhores itens para sua casa, já tendo uma ideia sobre como eles vão ficar.
 
Conversas com bots vão aumentar
Assistentes virtuais como o Alexa ou Siri vão evoluir ainda mais e em 4 anos 30% das sessões de navegação na web ocorrerão sem precisar de uma tela, apenas por voz. Isso será possível porque continuamente a compreensão da linguagem natural vem melhorando. Novas tecnologias dedicadas ao áudio, como Google Home ou o Amazon Echo, vão permitir que você dê comandos usando mãos, olhos e voz, em contextos diversos do dia a dia, como cozinhar, dirigir, caminhar, se exercitar, entre outros. O acesso a recursos on-line ocorrerá praticamente o tempo todo. Há desafios a serem superados para chegar a esse cenário, mas aos poucos eles são discutidos e resolvidos.
 
 
Só os aplicativos móveis realmente úteis vão permanecer
Em 2019, 20% das grandes marcas deixarão de usar seus aplicativos móveis próprios como ponto de conta com seus clientes, isso porque eles tem se revelado como não tão relevantes e ocupados de memória de smartphones, pouco utilizados e com custo maior que o benefício. A web móvel será mais usada, principalmente após a abordagem "Progressive Web Apps", ou seja, o acesso começa no navegador e progressivamente a página se torna mais app, à medida em que os usuários interagem e engajam. Para o usuário a vantagem é não precisar instalar mais um aplicativo. Viveremos a era pós-app, com agentes inteligentes criando dinâmicas e contextos, facilitando o trabalho diário e deixando apenas as decisões realmente humanas a cargo do humano. Este item vai evoluir continuamente e se expandirá nos próximos 20 anos, de acordo com a Gartner.
 
Algoritmos serão usados para alterar positivamente o comportamento
Por meio de uma espécie de assistentes virtuais, vão usar conhecimento baseado em aspectos comportamentais, psicológicos, sociais e cognitivos para levar à tomada de decisões ao realizar uma atividade ou um trabalho, por exemplo.Neste sentido, um exemplo seria um programa capaz de escutar chamadas de atendimento a cliente e de sugerir ao atendente a melhor maneira de responder à pergunta. Outra forma seria um aplicativo inteligente capaz de acompanhar a rotina de quem dirige e seus algoritmos calcularem de forma personalizada o custo do seguro, permitindo que quem dirige menos ou de forma mais prudente pague menos, por exemplo. Nesta linha já existe algo bem bacana surgindo no Brasil, a Thinkseg, uma plataforma que traz a proposta de permitir contratação de seguro por meio de um aplicativo de forma simples e com preço justo.
Essa possibilidade pode até assustar inicialmente, mas esses algoritmos serão utilizados de modo a gerar resultados positivos e podem acabar provocando mudanças de diversas formas, no contexto de um seguro com preço personalizado e justo, a mudança poderia ser um trânsito melhor na cidade e motoristas mais cuidadosos.

Atividades de engajamento envolverão ao menos um dos sete gigantes digitais
Hoje 85% dos investimentos em mídia estão concentrado entre gigantes como Google e Facebook. E cada vez mais o consumidor será dependente deles e de outras grandes empresas como Apple, Amazon, Baidu, Alibaba e Tencent.
Conforme o mundo se torna cada vez mais digital, mais as atividades realizadas deverão incluir um destes gigantes. 
Leia mais sobre como isso será também um monopólio tecnológico.

Inovar não será barato
Para a consultoria, para cada dólar destinado à inovação, serão gastos sete vezes mais para executar um projeto, pois haverá necessidade de novas arquiteturas e tecnologias, como aprendizagem de máquinas.

Demanda de armazenamento vai aumentar com a internet das coisasA enorme quantidade de dados que serão produzidos pela internet das coisas vai trazer um aumento da demanda por armazenamento, que já deverá subir para 3% em 2018. Até 2020 serão quase 21 bilhões de pontos que deverão estar em uso. O motivo é que os dados gerados pelos dispositivos majoritariamente serão armazenados localmente e por menos tempo, sendo seus algoritmos quem determinarão quais deles devem ficar mais tempo registrados.A internet das coisas também levará a uma economia de 1 trilhão de dólares por ano, pois sensores poderão prever a necessidade de manutenção de um hardware, por exemplo, reduzindo custos com manutenção e bens de consumo.
Analytics serão usados para encontrar padrão em dados brutos e profissionais especialistas na análise desses dados vão ser requisitados para desenvolver soluções que envolvam aprendizado de máquinas, mineração, exploração e visualização de dados, trabalhando com dados estruturados ou não e realizando análises complexas para resolver problemas, entender fatores que geram o consumo, segmentar melhor clientes, interpretar dados, direcionar decisões, entre outros. (aliás, estou procurando um cientista de dados para contratar)

terça-feira, 8 de novembro de 2016

O Encanto Nosso de Cada Dia !

Ainda bem que o tempo passa! Já imaginou o desespero que tomaria conta de nós se tivéssemos que suportar uma segunda feira eterna?


A beleza de cada dia só existe porque não é duradoura. Tudo o que é belo não pode ser aprisionado, porque aprisionar a beleza é uma forma de desintegrar a sua essência. Dizem que havia uma menina que se maravilhava todas as manhãs com a presença de um pássaro encantado. Ele pousava em sua janela e a presenteava com um canto que não durava mais que cinco minutos. A beleza era tão intensa que o canto a alimentava pelo resto do dia. Certa vez, ela resolveu armar uma armadilha para o pássaro encantado. Quando ele chegou, ela o capturou e o deixou preso na gaiola para que pudesse ouvir por mais tempo o seu canto. 


O grande problema é que a gaiola o entristeceu, e triste, deixou de cantar.
Foi então que a menina descobriu que, o canto do pássaro só existia, porque ele era livre. O encanto estava justamente no fato de não o possuir. Livre, ele conseguia derramar na janela do quarto, a parcela de encanto que seria necessário, para que a menina pudesse suportar a vida. O encanto alivia a existência...Aprisionado, ela o possuía, mas não recebia dele o que ela considerava ser a sua maior riqueza: o canto!


Fico pensando que nem sempre sabemos recolher só encanto... Por vezes, insistimos em capturar o encantador, e então o matamos de tristeza.
Amar talvez seja isso: Ficar ao lado, mas sem possuir. Viver também.
Precisamos descobrir, que há um encanto nosso de cada dia que só poderá ser descoberto, à medida em que nos empenharmos em não reter a vida.


Viver é exercício de desprendimento. É aventura de deixar que o tempo leve o que é dele, e que fique só o necessário para continuarmos as novas descobertas.


Há uma beleza escondida nas passagens... Vida antiga que se desdobra em novidades. Coisas velhas que se revestem de frescor. Basta que retiremos os obstáculos da passagem. Deixar a vida seguir. Não há tristeza que mereça ser eterna. Nem felicidade. Talvez seja por isso que o verbo dividir nos ajude tanto no momento em que precisamos entender o sentimento da tristeza e da alegria. Eles só são suportáveis à medida em que os dividimos...


E enquanto dividimos, eles passam, assim como tudo precisa passar.
Não se prenda ao acontecimento que agora parece ser definitivo. O tempo está passando... Uma redenção está sendo nutrida nessa hora...


Abra os olhos. Há encantos escondidos por toda parte. Presta atenção. São miúdos, mas constantes. Olhe para a janela de sua vida e perceba o pássaro encantado na sua história. Escute o que ele canta, mas não caia na tentação de querê-lo o tempo todo só pra você. Ele só é encantado porque você não o possui. 


E nisto consiste a beleza desse instante: o tempo está passando, mas o encanto que você pode recolher será o suficiente para esperar até amanhã, quando o pássaro encantado, quando você menos imaginar, voltar a pousar na sua janela.


Padre Fábio de Melo

Fonte: https://pensador.uol.com.br/autor/padre_fabio_de_melo/

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

O poder do hábito !!

 

Já parou para pensar no que você poderia fazer diferente para atingir o sucesso? Uma simples mudanças no comportamento pode fazer toda diferença, ainda mais quando ela vira um hábito

Você sabe o que todas as pessoas de sucesso (mas todas, mesmo!) tem em comum? Bem, é algo que domina você o tempo todo, mas é também a chave para ter ou não ter sucesso. A pergunta que você deve se fazer é:

1. Por que você faz o que você está fazendo hoje?
2. Por que algumas pessoas e empresas têm tantas dificuldades em mudar, enquanto outras parecem conseguir isso da noite para o dia?

O autor do livro o Poder do Hábito, depois de reunir inúmeras pesquisas científicas, afirma que você precisa desfrutar desse momento, que é a “Era Dourada” da neurociência, para compreender como o seu cérebro se organiza no dia a dia.  É impressionante constatar que todas as pessoas que conseguiram ter sucesso apresentam um padrão comum entre elas: o êxito a partir dos hábitos.

Se olharmos para a trajetória dos atletas da Olimpíada de 2016, podemos ver que os campeões não fizeram a todo o momento coisas extraordinárias. Para chegar ao nível de evolução que se encontram, eles fizeram uma sucessão de coisas frequentes, repetitivas, que não precisavam ser racionalizadas. Eles conhecem o poder dos hábitos e os utilizam racionalmente para poder alcançar algo extraordinário. Eles sabem que é pelos hábitos que o cérebro se organiza para poupar esforços e tiram o máximo proveito disso.

Ao se deparar com a necessidade de aprender uma nova habilidade, como um novo idioma, ou um instrumento musical, o cérebro consome uma imensidão de energia. Mas, com a prática as regiões responsáveis pela atenção e controle de esforço vão diminuindo suas atividades e passamos a funcionar no “piloto automático”. É quando adotamos a rotina. Desse modo, você terá tempo e energia para se concentrar em coisas novas que exijam o pensamento e aprendizagem.

Bem, para chegar até a este ponto, conheça as 3 etapas do loop do hábito.  Lembre-se: você terá que respeitar as 3!

1. Gatilho: um desejo de mudança

Imagine, por exemplo, que uma empresa anuncie sua internacionalização dentro de 1 ano e você identifique aí uma oportunidade para um salto profissional. Você então conclui que precisará aprimorar uma habilidade a mais, que é: se comunicar em inglês.

Claro que o simples fato de você identificar um gatilho por si só, não é suficiente para que o hábito venha a se desenvolver em você, mas se essa motivação  for forte mesmo você passará então para a  2ª. etapa do loop, que é a:

2. Rotina: a assiduidade

Para desenvolvê-la, você passará a estudar diariamente o novo idioma. No vídeo que fiz sobre a "Única Coisa", alertei você que o hábito só será consolidado após 66 dias de rotina. Até lá você corre riscos e é o que leva muita gente a desistir no meio do caminho. Entretanto, o ciclo ainda não foi fechado. Ele só se estabelece com a terceira etapa que é a:

3. Recompensa: um prazer

Logo que você começa a ter os primeiros resultados com o domínio do novo idioma, irá perceber um maior reconhecimento das pessoas e, claro, novas oportunidades se abrirão. Esta é a recompensa alcançada por ter conseguido completar o ciclo do loop do hábito. Nesse caso, o poder do hábito se efetivou porque você identificou uma forte razão para começar, que é o gatilho, desenvolveu e consolidou uma rotina de práticas ininterruptas de estudos e, passado um período de tempo, começou a receber a recompensa, que motivará você a continuar.

Isso vale para qualquer hábito que você queira adotar. Mas, fique sempre muito atento e respeite as 3 etapas do loop. Lembre-se, você é o único dono de sua própria mente e ao compreender como os hábitos funcionam, dependendo de como irá utilizá-lo, poderá se tornar uma pessoa mais produtiva, mais saudável  e até mais feliz.

Vá em frente!

Conteúdo originalmente postado em Impact Player e compartilhado no site da Endeavor Brasil e em Diário do Comércio 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

O impeachment é um fracasso brasileiro !

Resultado de imagem para O impeachment é um fracasso brasileiro     Hoje é um dia de fracasso. O impeachment de um presidente da República é um fracasso nacional.

Mas é importante entendermos o que aconteceu. Como chegamos a este fracasso.

Dilma Rousseff está sofrendo o impeachment por parte de um Congresso fisiológico. O que motiva boa parte dos parlamentares pró-impeachment tem mais a ver com sua própria sobrevivência e a de suas práticas do que o futuro do Brasil. Entregam Dilma à turba de brasileiros que marcham pelas ruas contra a corrupção na esperança de que sacie sua fome. Vão-se os anéis, ficam os dedos.

Com alguma sorte, a turma volta para casa e o Congresso segue a vida como ela era.

As pedaladas fiscais são uma desculpa. Elas aconteceram. Aconteceram, entre 2014 e 2015, em níveis muito superiores à prática de todos os presidentes anteriores. Principalmente no caso de 2014, ocorreram por populismo eleitoral. Interessava a Dilma disfarçar as reais condições da economia brasileira para se reeleger. As pedaladas de 2014 e 15 não são equivalentes às outras em volume ou no tempo. É bastante razoável considera-las operações de crédito. Mas também é fato que o Tribunal de Contas jamais as censurara antes.

As pedaladas são uma desculpa. Dilma sofre o impeachment por causa da Operação Lava Jato que expôs os brutais níveis de corrupção dentro de seu governo e no de seu antecessor e padrinho, Lula. Sofre o impeachment por sua inépcia na gestão econômica do país. As causas da crise podem estar lá fora, mas nenhum país emburacou como aquele governado por Dilma.  Sofre o impeachment, também, porque a nova classe média, gestada durante o governo Lula, virou-lhe as costas. Virou porque está ameaçada de perder tudo o que ganhou pela crise.

Presidente da Câmara, Eduardo Cunha chantageou Dilma ameaçando abrir o processo de impeachment caso o Planalto não o auxiliasse na luta por manter seu mandato. O Planalto quis ajuda-lo. Tentou. Se esforçou. Os deputados federais do PT é que se recusaram a ouvir os apelos do Planalto. Dilma estava plenamente disposta a ser chantageada. Parlamentares petistas é que decidiram, ali, impor um limite. Um raro gesto de dignidade que lhes custou caro, talvez. E a abertura do processo veio. E mais de dois terços do plenário da Câmara achou por bem apresentar a denúncia de impeachment ao Senado. 

Não se trata de uma luta de fisiológicos contra honrados.          

O PT, ao chegar no Planalto, acreditou que poderia jogar o mesmo jogo. Tornou-se tão fisiológico quanto os velhos coronéis, tão corrupto quanto os antigos barnabés, tão capaz de distribuir cargos, verbas e propinas quanto quaisquer outros políticos que já estiveram no mando brasileiro. 

Lula e seu governo são investigados por práticas de corrupção em níveis nunca documentados. O prejuízo oficial da Petrobras, aquele cravado em planilha, provocado pela corrupção de diretores que se tornaram réus confessos, causado por negócios terríveis nos quais há inúmeros sinais de ampla distribuição de propinas como a compra improvável de Pasadena, equivale a 1% do PIB brasileiro. Os efeitos da brusca queda da Petrobras sentem-se com violência em toda economia brasileira, em particular no estado do Rio de Janeiro. Dilma Rousseff, a administradora capaz que se gabava de microgerenciar cada casa decimal de cada planilha, presidia o Conselho da Petrobras.

Ela é responsável pelo que ocorreu na empresa. Ela é responsável pelo que aconteceu no Brasil nos últimos cinco anos e meio.

Assim como Lula é responsável. Um político extraordinário, brilhante, de um carisma ímpar. Não há hoje, no Brasil, um político mais hábil do que Lula. Ele poderia ter comandado uma ong internacional de combate à fome, poderia ter presidido a ONU, poderia ter sido Nelson Mandela. Preferiu ser lobista de empreiteiras. É incrível como um homem tão grande pode ser tão pequeno. Com suas palestras e seu nome, poderia ter pago quantas reformas quisesse em quanto sítios de Atibaia desejasse, teria os tríplex com os quais sonhasse. E ainda, pela pura força de seu carisma e de seu nome, pela habilidade nata de costurar acordos, teria chegado ao Nobel da Paz e melhorado a vida de um bom bilhão de homens, mulheres e crianças.

Lula preferiu ser lobista de empreiteiras brasileiras na África e América Latina. Preferiu exportar o fisiologismo pátrio.

O fracasso dele é o nosso fracasso. É o fracasso cultural do Brasil. Porque Lula é o reflexo do que o Brasil é.

Os antipetistas mais rábicos podem acreditar que tiveram uma grande vitória e que afastaram do poder alguma espécie de mal fundamental.

Os petistas mais irracionais acreditarão que as possibilidades de um governo justo e social foram derrubadas pelas camadas mais reacionárias da sociedade.

 O que aconteceu foi muito menor. 

Só substituímos um governo fisiológico por outro. O governo Michel Temer não tem uma política econômica particularmente distinta daquela que Dilma tentou implementar a partir de 2015. A diferença é que Temer é um político hábil e Dilma não o foi. A diferença é que Michel Temer completa as frases que inicia. Com alguma sorte, estabilidade econômica virá. 

Mas Michel Temer é também o Brasil velho. Como, aliás, o PT.

O impeachment é legal. Se é legal, não é Golpe. Não é consolo.

Mas há a Lava Jato.

O fisiologismo brasileiro se ancora na propina de grandes empresários que detém os mais vultosos contratos públicos. É esta propina que, lentamente, vai financiando as campanhas eleitorais que ampliam a base fisiológica nas Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e Congresso Nacional.

O fisiologismo abraçado por tucanos e petistas, assim como por peemedebistas e todos os outros.

Se alguém quer entender por que o Congresso Nacional piora a cada ciclo eleitoral é por causa disso. Porque, desde a redemocratização, a máquina do fisiologismo trabalhou para produzir dinheiro de campanha e se procriar. Este tipo de vereador, deputado e senador encontrou o caldo de cultura perfeito. A fonte da eterna caixa 2.

Mas há a Lava Jato.

E empresários, hoje, têm medo de pagar propinas. Para eles, corromper ficou caro. O dinheiro de campanha que alavancava a candidatura de parlamentares fisiológicos está desaparecendo. Será um soluço inédito na história do Brasil para tudo voltar a ser como antes? A política brasileira pode ter piorado, mas o Estado melhorou por dentro. Talvez o Estado democrático tenha criado a vacina para este fisiologismo patrimonialista que nos condena ao passado.

Essa é a esperança que nos resta.
 
Pedro Doria é jornalista, também escreve sobre o impacto da tecnologia, no Globo e no Estado de S. Paulo, às sextas-feiras, além de comentar sobre o tema na CBN quartas e domingos.

Elevando a auto-estima

Resultado de imagem para auto-estima Você pode até ter sido moldado por uma sociedade que cultiva uma filosofia pessimista, mas não precisa se manter indefinidamente preso a isso. A qualquer momento pode mudar o foco de sua atenção para a grande realidade de que a verdadeira natureza da vida é o aprendizado, a expansão e o crescimento.

Neste artigo, selecionei alguns conselhos para elevar a auto-estima e passar a ter mais confiança em si mesmo. Apesar de tê-los escrito de forma personalisada, quero deixar claro que não os criei. Já fazem parte do conhecimento secular da humanidade; mais precisamente do grupo de pensadores que estudam a Lei da atração.

– Olhe sempre nos olhos dos outros, reconhecendo que todos são iguais – pequenos e ao mesmo tempo grandiosos – diante de Deus;

– Nunca permita que assuntos ou pensamentos relacionados às doenças e catástrofes ocupem a sua mente por muito tempo;

– Afaste-se das pessoas negativas, que vivem reclamando de tudo e de todos;
 
– Não faça das coisas negativas, ou mesmo da vida alheia, seus assuntos prediletos, deixe que o Universo, com suas Leis Perfeitas, cuide de tudo;

– Tenha objetivos bons e nobres e construa a sua opinião própria a respeito dos fatos, com base no bom senso e nas supremas verdades da vida; – Amplie sempre seus horizontes estudando sempre, fazendo novos cursos, lendo conteúdos positivos em livros, revistas, Internet, etc.;

– Vibre com o sucesso e com a alegria dos outros, sobrepondo-se definitivamente ao maldito sentimento da inveja;

– Medite, ore, relaxe ou pratique qualquer técnica de autoconhecimento que o faça desligar por um pouco das coisas do mundo, porque dentro de você está a chave que abre a porta para um novo mundo de infinitas possibilidades;

– Mesmo que o seu problema pareça insolúvel, acredite que há uma saída. Mesmo que você não saiba o caminho, confie na grandeza daquela Energia que te criou e te mantém com sendo maior que tudo e que todos. A chave para uma nova vida está sempre do lado de dentro e só você pode ser capaz de abri-la. Procure e encontrará porque a sua busca sincera está sendo observada e você não ficará sem resposta. NUNCA!

– Viva intensamente a cada momento, acreditando que há um só Poder e uma só Força e que tudo o que vemos é manifestação disso. Acredite que você também é uma manifestação da Energia Universal Criadora e que pode ser remodelado, de acordo com suas mudanças de atitude. O Poder Único te deu as chaves de uma porta que só você é capaz de abrir e fechar. Abra-a para tudo aquilo que é bom, belo e construtivo e feche-a para toda forma de energia que não esteja de acordo com as Leis Universais de harmonia, expansão e crescimento;

– Comece a pensar do ponto de vista das eternas verdades e princípios da vida e não do ponto de vista do medo, da ignorância e da superstição. Não deixe que os outros pensem por você. Escolha os seus próprios pensamentos e tome as suas próprias decisões. Transforme a sua energia em Luz e estará trabalhando em sintonia com o Cosmos;

– Sinta-se bem para consigo mesmo. Esse é o princípio básico de toda transformação. Isso significa estar 

de bem com a vida, motivado, confiante, seguro de si, com a mente enfocada no sucesso, na prosperidade, na vitória. Mantenha esse estado de espírito, com uma certa constância, com uma crença inabalável em si mesmo e na resposta precisa do universo aos seus anseios;
 
– Por fim, compartilhe as coisas boas e positivas com todos aqueles que cruzam o seu caminho e agradeça sempre o que o universo lhe proporciona. Assim, você será transformado em mais um elo da grande corrente universal, cuja natureza verdadeira é harmonia, expansão, crescimento. 

Dicas para entrevistas de seleção !

Resultado de imagem para Dicas para entrevistas de seleção !] São dicas para entrevistas, cabe a cada um utilizá-las ou não, para se adaptar a uma realidade necessária. E, é claro, sem deixar de ser autêntico, sincero e honesto seja em qual empresa for. 
 
Quem participa de um processo seletivo, geralmente, fica temeroso à espera das tão famosas perguntas:
“Fale-me de você”, “Quais seus pontos fortes”, “Fale de seus pontos fracos”… Não tem jeito. Mas o que será que o selecionador espera ouvir de resposta? O que exatamente ele quer saber do candidato? Existe uma resposta padrão para essas perguntas que mais parecem uma pegadinha? Conversamos com duas consultoras de recursos humanos, Ana Paula Dias e Paula Coutinho, para saber como o candidato deve se comportar nesses momentos. Vamos lá. 
Segundo Ana Paula Dias, ao fazer essas perguntas, o selecionador deseja conhecer um pouco da personalidade do candidato e se ele está adequado às exigências do cargo: “Nestes casos, o ideal é que o profissional mencione apenas aspectos positivos de seu comportamento, mesmo quando falar de seus pontos fracos. É importante dizer, por exemplo, que é perfeccionista, autocrítico, pois são características que na verdade serão interpretadas como positivas. Além disso, ainda falando de pontos negativos, pode-se mencionar características técnicas, porém nestes casos é importante destacar que já está se aperfeiçoando”.
Mas será que dá para estabelecer uma resposta padrão? Ana Paula diz que não, pois depende do histórico profissional do candidato. Mentir, jamais; omitir é perdoável, por isso, responda apenas àquilo que o selecionador está perguntando. Ana Paula alerta que é perfeitamente possível perceber se o candidato está mentindo. “Isso vai depender muito da segurança que o profissional irá passar no momento da entrevista, porém, mesmo que a mentira não seja percebida no momento da entrevista, muito provavelmente ela será descoberta no momento de se conferir as referências profissionais ou até mesmo no dia a dia do profissional, caso o mesmo venha a ser contratado, o que com certeza irá prejudicar a sua imagem dentro da empresa”.
Mas, atenção! Todo cuidado é pouco, pois ao responder a essas perguntas, você pode dar uma resposta inadequada.
“O candidato deve procurar ser objetivo durante a entrevista e não se estender demais em assuntos que possam trazer algum ponto negativo referente a sua vida profissional”, comenta a consultora Paula Coutinho. E Ana Paula aproveita para enfatizar a importância de treinar antes de ir para uma entrevista de emprego, e a partir deste treino, avaliar o que pode ou não ser dito. Existem algumas perguntas que são muito frequentes durante um processo seletivo, como por exemplo: “Por que deixou o emprego anterior?”, “Fale sobre seu chefe”, “O que suas referências dirão ao seu respeito?”… O profissional deve treinar para estas questões e analisar quais os pontos negativos que surgem das mesmas e que devem ser disfarçados ou menos enfatizados.
Seu corpo fala por você
No momento da entrevista, o candidato deve tentar se manter o mais tranquilo possível. O selecionador também está atento a qualquer pequeno gesto. “Evite colocar pertences na mesa do entrevistador; não fique colocando a mão no cabelo a todo o momento (esta atitude deixa claro o nervosismo)… Além disso, desligue o celular para não passar  impressão negativa ao selecionador”, explica Ana Paula.
O  recrutador está de olho em tudo que se passa durante o processo seletivo, pois qualquer atitude do candidato pode indicar uma característica de seu perfil, que será condizente ou não com a vaga em aberto. Por este motivo o profissional deve sempre estar atento a suas atitudes, inclusive durante um café.
“Gestos de apoio, como olhar nos olhos ou balançar a cabeça para quem está falando, criam empatia. Todos podem controlar a linguagem corporal, até certo ponto (mas não totalmente).
 
Em resumo, siga as seguintes dicas: escolha suas palavras com muito cuidado e seja o mais sincero possível para não ser traído pelo corpo”, diz Paula, que ainda dá mais algumas dicas para que você preste atenção aos seus gestos:
Ouço e aprovo – A cabeça pende e o olhar é amistoso, mostrando atenção e aprovação (mão no queixo é sinal de aprovação).
Estou atento – Os olhos atentos e o corpo inclinado para frente indicam atenção e interesse (sobrancelhas levantadas demonstram interesse).
Este é o meu ponto de vista – Gestos enfáticos com as mãos são uma forma de reforçar a mensagem verbal (mãos gesticulam para dar ênfase).
Preciso de conforto – Uma mão afaga o pescoço e a outra abraça a cintura, indicando a necessidade de reafirmação (os braços apegam-se ao corpo).
Dúvidas e mais dúvidas – Massagear a região entre os olhos (fechados) revela conflito interno em relação ao que está sendo dito (olhos fechados e sobrancelhas franzidas expressam dúvida).
“Procuramos profissionais dinâmicos, pró-ativos, organizados, de fácil relacionamento interpessoal”
Pois é. Você se depara com uma vaga com esses pré-requisitos e não sabe o que fazer? Como deixar isso claro para o selecionador? Veja o comentário de Ana Paula: “Este tipo de característica não deve ser mencionada no currículo, pois são informações subjetivas e que não podem ser avaliadas por meio de um documento. No currículo o profissional deve citar apenas situações concretas, ou seja, os resultados alcançados com seu trabalho, os conhecimentos e experiências na área de interesse, formação etc. No entanto, características subjetivas devem ser mencionadas no momento da entrevista, onde terá oportunidade de relacioná-las ao seu dia a dia de trabalho, dando maior credibilidade a elas”.
Ana comenta, ainda, que esses pontos serão mais demonstrados que propriamente citados, no entanto, caso o selecionador questione sobre eles, o ideal é mencioná-los junto a um exemplo do dia a dia de trabalho, pois desta maneira dará maior credibilidade ao diálogo. Além disso, mesmo antes de ser questionado, se o entrevistado perceber a importância de determinada característica, poderá enfatizá-la, embutindo a mesma em algumas questões.
Veja algumas perguntas e as respostas mais adequadas:
Vale lembrar que as respostas padrões não devem ser reproduzidas na íntegra. O ideal é que elas sirvam como guia, mas cabe a cada profissional entender quando pode ou não inserir outras informações importantes sobre a sua conduta no mercado de trabalho.
Como você descreve sua própria personalidade? Nunca descreva sua personalidade como MARCANTE, DIFÍCIL ou FORTE, para o selecionador estas características podem denotar uma pessoa “encrenqueira”, difícil de se conviver no dia a dia, ou forte demais a ponto de ser intransigente. Tente passar uma ideia de personalidade cooperativa, entusiasta, criativa, conciliadora, objetiva e prática. E fale de sua marca registrada: o que diferencia você das outras pessoas?
 
Por que você quer sair da empresa?T odo profissional entra em uma organização para resolver problemas. Se, passado muito tempo e sem uma clara visão externa da empresa, ele começa a FAZER PARTE do problema, está na hora de mudar de emprego (antes que façam isso por ele). Como dizer isso de forma mais amena para os recrutadores? Aí vão, novamente, respostas prontas que sempre funcionam: “Procuro novos desafios”, “Eu tenho um bom potencial, o mercado está ruim, mas eu acredito em mim”.
Quais seus objetivos em longo prazo? Fale em termos profissionais, sendo bem objetivo: ser diretor de engenharia, gerente-geral ou algo similar. Mostre que traçou metas, pretende fazer cursos, MBA e idiomas.
 
Quais são seus objetivos em curto prazo? Seja específico. “Quero ser gerente de vendas, por exemplo, ou outro cargo ascendente em minha carreira”, lembrando sempre o cargo em questão.
O que você procura em um determinado emprego? Desafio, envolvimento e chance para contribuir para a empresa.
Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos? Sim. Dê exemplos de seus trabalhos anteriores.
Por que você acha que devemos contratá-lo? Conte os benefícios que você vai trazer e como pode, com seu desempenho, gerar lucros para a empresa.
Liste as cinco maiores realizações em sua carreira ou em seu emprego atual. Escolha bem essas realizações e mencione aquelas mais recentes e condizentes com seu objetivo profissional.
Quanto tempo necessita para trazer uma contribuição para a nossa empresa? Desde o primeiro dia e cada dia mais à medida que conhecer melhor a organização.
Quanto tempo pretende ficar conosco? Enquanto houver oportunidade para crescer, progredir e contribuir para a empresa.
 
O que você acha do seu chefe anterior ou atual? Nunca se deve falar mal. Cite algo positivo relacionado ao perfil profissional do mesmo, como “acho que é um profissional competente.”
Você poderia descrever alguma situação na qual seu trabalho tenha sido criticado? Não deve reconhecer críticas ao seu trabalho, mas dizer que, às vezes ele foi discutido, mas não criticado.
Você é um líder? Dê exemplo. Responda a essa pergunta com realizações do seu passado.

Você ajudou a reduzir custos? Como? Exemplifique com resultados e realizações.
Fale sobre você.
Essa resposta deve ser muito bem-praticada. Procure ser sucinto, direto e focalize os resultados. Fale somente sobre assuntos profissionais.
Que tipo de decisões são mais difíceis para você? Deve demonstrar sua capacidade analítica e dizer que aborda o processo decisório de forma lógica, identificando as alternativas e as premissas da decisão. Como ser humano, deverá dizer que as decisões mais difíceis são as aquelas referentes à vida de seus subordinados.
Se pudesse começar tudo de novo, o que faria diferente em sua carreira?
Mostre ser uma pessoa segura. Dizer que basicamente não mudaria nada. Obviamente, existem pequenas coisas na nossa carreira que poderiam ter sido feitas melhores e deveriam ser corrigidas. Procure não mencioná-las.
 
Fonte: http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/dicas-emprego/entrevista-emprego/as-pegadinhas-das-entrevistas-de-selecao

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