quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Elevando a auto-estima

Resultado de imagem para auto-estima Você pode até ter sido moldado por uma sociedade que cultiva uma filosofia pessimista, mas não precisa se manter indefinidamente preso a isso. A qualquer momento pode mudar o foco de sua atenção para a grande realidade de que a verdadeira natureza da vida é o aprendizado, a expansão e o crescimento.

Neste artigo, selecionei alguns conselhos para elevar a auto-estima e passar a ter mais confiança em si mesmo. Apesar de tê-los escrito de forma personalisada, quero deixar claro que não os criei. Já fazem parte do conhecimento secular da humanidade; mais precisamente do grupo de pensadores que estudam a Lei da atração.

– Olhe sempre nos olhos dos outros, reconhecendo que todos são iguais – pequenos e ao mesmo tempo grandiosos – diante de Deus;

– Nunca permita que assuntos ou pensamentos relacionados às doenças e catástrofes ocupem a sua mente por muito tempo;

– Afaste-se das pessoas negativas, que vivem reclamando de tudo e de todos;
 
– Não faça das coisas negativas, ou mesmo da vida alheia, seus assuntos prediletos, deixe que o Universo, com suas Leis Perfeitas, cuide de tudo;

– Tenha objetivos bons e nobres e construa a sua opinião própria a respeito dos fatos, com base no bom senso e nas supremas verdades da vida; – Amplie sempre seus horizontes estudando sempre, fazendo novos cursos, lendo conteúdos positivos em livros, revistas, Internet, etc.;

– Vibre com o sucesso e com a alegria dos outros, sobrepondo-se definitivamente ao maldito sentimento da inveja;

– Medite, ore, relaxe ou pratique qualquer técnica de autoconhecimento que o faça desligar por um pouco das coisas do mundo, porque dentro de você está a chave que abre a porta para um novo mundo de infinitas possibilidades;

– Mesmo que o seu problema pareça insolúvel, acredite que há uma saída. Mesmo que você não saiba o caminho, confie na grandeza daquela Energia que te criou e te mantém com sendo maior que tudo e que todos. A chave para uma nova vida está sempre do lado de dentro e só você pode ser capaz de abri-la. Procure e encontrará porque a sua busca sincera está sendo observada e você não ficará sem resposta. NUNCA!

– Viva intensamente a cada momento, acreditando que há um só Poder e uma só Força e que tudo o que vemos é manifestação disso. Acredite que você também é uma manifestação da Energia Universal Criadora e que pode ser remodelado, de acordo com suas mudanças de atitude. O Poder Único te deu as chaves de uma porta que só você é capaz de abrir e fechar. Abra-a para tudo aquilo que é bom, belo e construtivo e feche-a para toda forma de energia que não esteja de acordo com as Leis Universais de harmonia, expansão e crescimento;

– Comece a pensar do ponto de vista das eternas verdades e princípios da vida e não do ponto de vista do medo, da ignorância e da superstição. Não deixe que os outros pensem por você. Escolha os seus próprios pensamentos e tome as suas próprias decisões. Transforme a sua energia em Luz e estará trabalhando em sintonia com o Cosmos;

– Sinta-se bem para consigo mesmo. Esse é o princípio básico de toda transformação. Isso significa estar 

de bem com a vida, motivado, confiante, seguro de si, com a mente enfocada no sucesso, na prosperidade, na vitória. Mantenha esse estado de espírito, com uma certa constância, com uma crença inabalável em si mesmo e na resposta precisa do universo aos seus anseios;
 
– Por fim, compartilhe as coisas boas e positivas com todos aqueles que cruzam o seu caminho e agradeça sempre o que o universo lhe proporciona. Assim, você será transformado em mais um elo da grande corrente universal, cuja natureza verdadeira é harmonia, expansão, crescimento. 

Dicas para entrevistas de seleção !

Resultado de imagem para Dicas para entrevistas de seleção !] São dicas para entrevistas, cabe a cada um utilizá-las ou não, para se adaptar a uma realidade necessária. E, é claro, sem deixar de ser autêntico, sincero e honesto seja em qual empresa for. 
 
Quem participa de um processo seletivo, geralmente, fica temeroso à espera das tão famosas perguntas:
“Fale-me de você”, “Quais seus pontos fortes”, “Fale de seus pontos fracos”… Não tem jeito. Mas o que será que o selecionador espera ouvir de resposta? O que exatamente ele quer saber do candidato? Existe uma resposta padrão para essas perguntas que mais parecem uma pegadinha? Conversamos com duas consultoras de recursos humanos, Ana Paula Dias e Paula Coutinho, para saber como o candidato deve se comportar nesses momentos. Vamos lá. 
Segundo Ana Paula Dias, ao fazer essas perguntas, o selecionador deseja conhecer um pouco da personalidade do candidato e se ele está adequado às exigências do cargo: “Nestes casos, o ideal é que o profissional mencione apenas aspectos positivos de seu comportamento, mesmo quando falar de seus pontos fracos. É importante dizer, por exemplo, que é perfeccionista, autocrítico, pois são características que na verdade serão interpretadas como positivas. Além disso, ainda falando de pontos negativos, pode-se mencionar características técnicas, porém nestes casos é importante destacar que já está se aperfeiçoando”.
Mas será que dá para estabelecer uma resposta padrão? Ana Paula diz que não, pois depende do histórico profissional do candidato. Mentir, jamais; omitir é perdoável, por isso, responda apenas àquilo que o selecionador está perguntando. Ana Paula alerta que é perfeitamente possível perceber se o candidato está mentindo. “Isso vai depender muito da segurança que o profissional irá passar no momento da entrevista, porém, mesmo que a mentira não seja percebida no momento da entrevista, muito provavelmente ela será descoberta no momento de se conferir as referências profissionais ou até mesmo no dia a dia do profissional, caso o mesmo venha a ser contratado, o que com certeza irá prejudicar a sua imagem dentro da empresa”.
Mas, atenção! Todo cuidado é pouco, pois ao responder a essas perguntas, você pode dar uma resposta inadequada.
“O candidato deve procurar ser objetivo durante a entrevista e não se estender demais em assuntos que possam trazer algum ponto negativo referente a sua vida profissional”, comenta a consultora Paula Coutinho. E Ana Paula aproveita para enfatizar a importância de treinar antes de ir para uma entrevista de emprego, e a partir deste treino, avaliar o que pode ou não ser dito. Existem algumas perguntas que são muito frequentes durante um processo seletivo, como por exemplo: “Por que deixou o emprego anterior?”, “Fale sobre seu chefe”, “O que suas referências dirão ao seu respeito?”… O profissional deve treinar para estas questões e analisar quais os pontos negativos que surgem das mesmas e que devem ser disfarçados ou menos enfatizados.
Seu corpo fala por você
No momento da entrevista, o candidato deve tentar se manter o mais tranquilo possível. O selecionador também está atento a qualquer pequeno gesto. “Evite colocar pertences na mesa do entrevistador; não fique colocando a mão no cabelo a todo o momento (esta atitude deixa claro o nervosismo)… Além disso, desligue o celular para não passar  impressão negativa ao selecionador”, explica Ana Paula.
O  recrutador está de olho em tudo que se passa durante o processo seletivo, pois qualquer atitude do candidato pode indicar uma característica de seu perfil, que será condizente ou não com a vaga em aberto. Por este motivo o profissional deve sempre estar atento a suas atitudes, inclusive durante um café.
“Gestos de apoio, como olhar nos olhos ou balançar a cabeça para quem está falando, criam empatia. Todos podem controlar a linguagem corporal, até certo ponto (mas não totalmente).
 
Em resumo, siga as seguintes dicas: escolha suas palavras com muito cuidado e seja o mais sincero possível para não ser traído pelo corpo”, diz Paula, que ainda dá mais algumas dicas para que você preste atenção aos seus gestos:
Ouço e aprovo – A cabeça pende e o olhar é amistoso, mostrando atenção e aprovação (mão no queixo é sinal de aprovação).
Estou atento – Os olhos atentos e o corpo inclinado para frente indicam atenção e interesse (sobrancelhas levantadas demonstram interesse).
Este é o meu ponto de vista – Gestos enfáticos com as mãos são uma forma de reforçar a mensagem verbal (mãos gesticulam para dar ênfase).
Preciso de conforto – Uma mão afaga o pescoço e a outra abraça a cintura, indicando a necessidade de reafirmação (os braços apegam-se ao corpo).
Dúvidas e mais dúvidas – Massagear a região entre os olhos (fechados) revela conflito interno em relação ao que está sendo dito (olhos fechados e sobrancelhas franzidas expressam dúvida).
“Procuramos profissionais dinâmicos, pró-ativos, organizados, de fácil relacionamento interpessoal”
Pois é. Você se depara com uma vaga com esses pré-requisitos e não sabe o que fazer? Como deixar isso claro para o selecionador? Veja o comentário de Ana Paula: “Este tipo de característica não deve ser mencionada no currículo, pois são informações subjetivas e que não podem ser avaliadas por meio de um documento. No currículo o profissional deve citar apenas situações concretas, ou seja, os resultados alcançados com seu trabalho, os conhecimentos e experiências na área de interesse, formação etc. No entanto, características subjetivas devem ser mencionadas no momento da entrevista, onde terá oportunidade de relacioná-las ao seu dia a dia de trabalho, dando maior credibilidade a elas”.
Ana comenta, ainda, que esses pontos serão mais demonstrados que propriamente citados, no entanto, caso o selecionador questione sobre eles, o ideal é mencioná-los junto a um exemplo do dia a dia de trabalho, pois desta maneira dará maior credibilidade ao diálogo. Além disso, mesmo antes de ser questionado, se o entrevistado perceber a importância de determinada característica, poderá enfatizá-la, embutindo a mesma em algumas questões.
Veja algumas perguntas e as respostas mais adequadas:
Vale lembrar que as respostas padrões não devem ser reproduzidas na íntegra. O ideal é que elas sirvam como guia, mas cabe a cada profissional entender quando pode ou não inserir outras informações importantes sobre a sua conduta no mercado de trabalho.
Como você descreve sua própria personalidade? Nunca descreva sua personalidade como MARCANTE, DIFÍCIL ou FORTE, para o selecionador estas características podem denotar uma pessoa “encrenqueira”, difícil de se conviver no dia a dia, ou forte demais a ponto de ser intransigente. Tente passar uma ideia de personalidade cooperativa, entusiasta, criativa, conciliadora, objetiva e prática. E fale de sua marca registrada: o que diferencia você das outras pessoas?
 
Por que você quer sair da empresa?T odo profissional entra em uma organização para resolver problemas. Se, passado muito tempo e sem uma clara visão externa da empresa, ele começa a FAZER PARTE do problema, está na hora de mudar de emprego (antes que façam isso por ele). Como dizer isso de forma mais amena para os recrutadores? Aí vão, novamente, respostas prontas que sempre funcionam: “Procuro novos desafios”, “Eu tenho um bom potencial, o mercado está ruim, mas eu acredito em mim”.
Quais seus objetivos em longo prazo? Fale em termos profissionais, sendo bem objetivo: ser diretor de engenharia, gerente-geral ou algo similar. Mostre que traçou metas, pretende fazer cursos, MBA e idiomas.
 
Quais são seus objetivos em curto prazo? Seja específico. “Quero ser gerente de vendas, por exemplo, ou outro cargo ascendente em minha carreira”, lembrando sempre o cargo em questão.
O que você procura em um determinado emprego? Desafio, envolvimento e chance para contribuir para a empresa.
Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos? Sim. Dê exemplos de seus trabalhos anteriores.
Por que você acha que devemos contratá-lo? Conte os benefícios que você vai trazer e como pode, com seu desempenho, gerar lucros para a empresa.
Liste as cinco maiores realizações em sua carreira ou em seu emprego atual. Escolha bem essas realizações e mencione aquelas mais recentes e condizentes com seu objetivo profissional.
Quanto tempo necessita para trazer uma contribuição para a nossa empresa? Desde o primeiro dia e cada dia mais à medida que conhecer melhor a organização.
Quanto tempo pretende ficar conosco? Enquanto houver oportunidade para crescer, progredir e contribuir para a empresa.
 
O que você acha do seu chefe anterior ou atual? Nunca se deve falar mal. Cite algo positivo relacionado ao perfil profissional do mesmo, como “acho que é um profissional competente.”
Você poderia descrever alguma situação na qual seu trabalho tenha sido criticado? Não deve reconhecer críticas ao seu trabalho, mas dizer que, às vezes ele foi discutido, mas não criticado.
Você é um líder? Dê exemplo. Responda a essa pergunta com realizações do seu passado.

Você ajudou a reduzir custos? Como? Exemplifique com resultados e realizações.
Fale sobre você.
Essa resposta deve ser muito bem-praticada. Procure ser sucinto, direto e focalize os resultados. Fale somente sobre assuntos profissionais.
Que tipo de decisões são mais difíceis para você? Deve demonstrar sua capacidade analítica e dizer que aborda o processo decisório de forma lógica, identificando as alternativas e as premissas da decisão. Como ser humano, deverá dizer que as decisões mais difíceis são as aquelas referentes à vida de seus subordinados.
Se pudesse começar tudo de novo, o que faria diferente em sua carreira?
Mostre ser uma pessoa segura. Dizer que basicamente não mudaria nada. Obviamente, existem pequenas coisas na nossa carreira que poderiam ter sido feitas melhores e deveriam ser corrigidas. Procure não mencioná-las.
 
Fonte: http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/dicas-emprego/entrevista-emprego/as-pegadinhas-das-entrevistas-de-selecao

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Por que os colaboradores mais talentosos abandonam as empresas?

Resultado de imagem para Por que os colaboradores mais talentosos abandonam as empresas?Recentemente recebi a ligação de um empreendedor pedindo ajuda sobre como convencer um colaborador a se manter em sua empresa. Ele já havia pedido demissão e já havia assinado contrato com a concorrência. Era um profissional dedicado e com larga experiência na empresa. Iniciou como estagiário na área de suporte, passou depois pelo marketing, produtos e ultimamente estava na área comercial. Durante o telefonema o meu amigo me explicava: “Ele era um exímio colaborador, responsável, leal e há 5 anos se dedicava à nossa empresa. Por que eu perdi o mais talentoso colaborador de minha empresa? E pior, ele está saindo para receber menos do que recebe aqui.”
Esta é uma história real, porém a situação não é exclusiva deste empreendedor. O que acontece que perdemos, muitas vezes, nossos melhores talentos? Por que muitas vezes as pessoas estão desmotivadas no desenvolvimento de seus projetos?
Após a ligação deste amigo, passei a conversar mais com os líderes de nossa empresa para identificar o que poderia ser feito para melhorarmos o cuidado com o nosso pessoal. Afinal eu percebi que aquela situação poderia também acontecer conosco. Recebi muitas dicas, ideias e sugestões para desenvolver nossos colaboradores. Passei também a conversar mais com líderes e profissionais de outras empresas e fiquei espantado com as constatações que eu ia colhendo. Pessoas desmotivadas, em conflitos com os colegas, problemas de relacionamento e de comunicação, falta de visão e direcionamento, projetos desacreditados, problemas com a liderança e vários outros fatores se juntavam a lista.
Para a minha surpresa, a primeira constatação que eu tive foi que as PESSOASnão reclamavam da falta de uma sala de jogos ou de um ambiente descontraído como Google ou Facebook. Poucos reclamavam de salários ou de horários inflexíveis. As PESSOAS reclamavam basicamente das PESSOAS, e quase tudo desembocava em Gestão de PESSOAS.
Baseado na experiência e nas constatações que fui tendo, passei então a observar os seguintes pontos:
A visão da empresa precisa ser compartilhada com todos: as pessoas podem contribuir mais se  souberem  aonde estão indo. A visão compartilhada permite construir um senso de compromisso coletivo e criar uma imagem de futuro visando estimular o compromisso de todos os envolvidos.
Empresa precisa ter uma missão clara:  a empresa é norteada pela sua missão, que é a razão de ser da organização. A missão deve  ser dita de uma forma clara, esclarecer o que a empresa pretende ser, aonde quer chegar, qual é a sua área de negócios, como vai atuar e qual posição deseja ter no mercado.
Os melhores profissionais são movidos a desafios: um dos principais ingredientes da motivação é o desafio dado. O desafio precisa ser na medida certa e compatível com as competências. Ele não pode ser impossível de ser realizado para não gerar frustação, mas também não pode gerar ociosidade. Um profissional acomodado e sem desafios é um profissional desmotivado.
Daniel Goleman em seu livro “O Cérebro e a Inteligência Emocional. Novas perspectivas” cita que “... os desafios – como por exemplo: ficar motivado para alcançar uma meta, ou ser convocado para exibir nossas melhores capacidades, ou para uma competição de equipe visando cumprir um prazo limite – concentram nossa atenção e extraem o melhor de nós no trabalho em questão. O bom estresse deixa-nos empenhados, entusiasmados e motivados, e mobiliza a quantidade certa de cortisol e adrenalina, os hormônios de estresse, para se fazer o trabalho com eficácia”. Página 63.
Feedback como ferramenta de valorização: todos os colaboradores devem ser acompanhados por avaliação de desempenho. Esta avaliação deve ser feita inicialmente entre o colaborador e seu líder imediato, dando oportunidade para que o avaliado conheça seus pontos fortes e seus pontos a melhorar. Nunca dar feedback negativo (aqui eu chamo de pontos a melhorar) em público. Elogie em público, chame a atenção no particular. O líder deve apontar com assertividade os pontos fortes do colaborador e seus pontos a desenvolver. Somente com feedback adequado as PESSOAS se sentirão valorizadas com as competências que tem e saberão exatamente quais pontos devem ser desenvolvidos.
Ser assertivo é uma habilidade que o líder e o liderado precisam buscar. A Psicóloga-Coach, Thais Vilela, define, em um excelente artigo sobre assertividade, que a pessoa assertiva decide o que quer, planeja uma forma de conseguir e age. Respeita tanto os próprios direitos como os direitos dos outros. Expõe claramente pensamentos, sentimentos pedidos de mudanças dos outros, evitando exigências, ameaças e declarações negativas. No entanto, em certas circunstâncias, a pessoa assertiva pode decidir que uma resposta passiva é a melhor (com um chefe insensível), ou que uma resposta agressiva é necessária (com pessoas a quem inúmeras solicitações feitas de maneira educada não foram suficientes). A pessoa assertiva adapta seu comportamento conforme a situação. Geralmente, sente-se satisfeita e é bem vista.
A assertividade é o modo mais efetivo de fazer com que os outros saibam o que se passa com você ou que efeito o comportamento deles tem sobre você. Ao se expressar assertivamente, você pode resolver sentimentos desconfortáveis que, de outra maneira, permaneceriam e cresceriam. No entanto, é importante deixar claro que suas metas não podem ser atingidas em todas as situações, uma vez que é impossível controlar a forma como as pessoas responderão.
Empresa (e líder) precisa entregar resultados: os resultados, o lucro e as vendas são relevantes na motivação da equipe. Sim, as pessoas estão interessadas que a empresa tenha lucro. As pessoas querem ver seus projetos avançando e sendo bem-sucedidos. Se a empresa não gera lucro, então não conseguirá no futuro investir no desenvolvimento dos colaboradores, ambiente de trabalho e em inovação, assim a empresa poderá ter sérios problemas.
Um ambiente propício ao desenvolvimento de ideias: muitas empresas reclamam que seus colaboradores não são criativos, mas sem um ambiente propício ao desenvolvimento de inovação e de ideias, então qualquer esforço será em vão. A empresa precisa criar um ambiente propício a geração de inovação e de ideias. Permitir o erro, premiar projetos e possibilitar que os próprios colaboradores proponham ideias para resolver os problemas de seu dia a dia. A empresa deve criar programas em que as ideias sejam premiadas quando sugeridas e colocadas em prática resultando em alavancagem de negócios, redução de custos ou otimização de processos.
Os valores desta empresa são compatíveis com os meus? Aquilo que eu considero como importante em termos de desenvolvimento profissional esta empresa tem condições de me oferecer? Tanto o recrutador quanto o profissional precisam se conhecer. É muito comum erros no processo de admissão. Se os valores básicos do profissional não “baterem ou compatibilizarem” com a liderança ou com o capital estrutural da empresa (DNA, cultura e valores da empresa), então não haverá nada  que se possa fazer após a contratação. Portanto, é preciso ficar atento no processo de contratação. Os valores da empresa precisam ser compatíveis, em sua maioria, com a do colaborador.
Oportunidade de crescimento a todos:  a motivação é o combustível que alimenta os colaboradores e os desafios fazem parte de seu dia a dia. Para isto a empresa precisa sempre dar oportunidade de crescimento aos seus colaboradores. Antes de buscar um talento externo as vagas precisam ser divulgadas internamente para dar oportunidade para a prata da casa, desde que o perfil atenda aos requisitos solicitados para a vaga disponibilizada. Os pré-requisitos muitas vezes não são ditos internamente de maneira clara. É importante que os pré-requisitos da vaga sejam divulgados com clareza para não gerar frustações e falsas ilusões.
Pessoas querem líderes e não chefes: pessoas seguem pessoas, não seguem máquinas ou robôs. Pessoas precisam de ícones para se desenvolverem. Se os colaboradores não tiverem um nível mínimo de admiração por seu líder, dificilmente irão segui-lo.
" Um bom chefe faz com que homens comuns façam coisas incomuns." - Peter Drucker
Os profissionais precisam de um ambiente de trabalho estável e alegre: os colaboradores precisam de desafios, porém necessitam de um ambiente estável de trabalho. Daniel Goleman relata sobre o estresse ótimo. Há um nível ótimo de estresse em que as pessoas produzem muito, porém a partir de um determinado nível de estresse as pessoas não conseguirão produzir resultados satisfatórios. As pessoas precisam se sentir seguras e ter liberdade para trabalhar. Muitos profissionais reclamam que seus líderes são verdadeiros ditadores e autoritários e que não permitem o erro e geram ambiente hostil para os colaboradores com cobranças desnecessárias.
“ As emoções são contagiosas. Todos sabemos disso por experiência. Depois de um bom café com um amigo, você se sente bem. Quando encontra um balconista rude em uma loja, se sente mal.” - Daniel Goleman
Visão sistêmica: visão sistêmica é ter a visão do todo, ou seja, ver todas as coisas que acontecem a sua volta. Isto faz o colaborador conhecer melhor a empresa, planejar sua carreira, e promover as melhorias e crescimento necessários na organização e em sua vida pessoal e profissional. O pensamento sistêmico, que integra todos os compartimentos do saber e da prática, visa estimular o trabalho em equipe, a criatividade, a habilidade em encarar desafios e adaptar-se continuamente às mudanças.
A organização deve se preocupar em manter um equilíbrio entre prover perspectiva aos colaboradores, remuneração adequada e um bom ambiente de trabalho. Estes são elementos fundamentais para garantir o desenvolvimento e assegurar a retenção de seus talentos.
Estes são alguns aspectos e pontos relevantes para engajar, desenvolver e reter talentos, todavia não se restringe exclusivamente a isto. Conhecer bem o seu pessoal, as suas ambições e motivações individuais permite ao líder extrair o máximo das habilidades e competências de seus colaboradores.
Boa gestão de pessoas e bons resultados.
Leonardo dos Reis Vilela - Contato: @leoreis no MyPush app ou pelo LinkedIn

quinta-feira, 16 de junho de 2016

10 habilidades que você precisará desenvolver nos próximos anos .....


Multi-Task  Novas tecnologias, quatro gerações atuando simultaneamente no ambiente de trabalho, novas estruturas organizacionais, novos modelos de negócios e formas de criar valor (Uber, Airbnb, Facebook e Google, por exemplo)...
 
 Vivemos um paradoxo. Ao mesmo tempo em que mudanças tecnológicas e no ambiente de negócios estão se tornando cada vez mais constantes, ainda não são todos os profissionais que se preparam para viver nesse ambiente.
Tudo isso exigirá dos profissionais uma capacidade de redefinir o seu modelo mental. E ter a consciência de que todos nós vamos precisar turbinar nossas fortalezas, reduzir os impactos de nossas fraquezas e reaprender – e rápido para não nos tornarmos obsoletos.
Isso não é fácil e vai demandar um esforço extraordinário por parte de quem está habituado a trabalhar de uma mesma forma há muitos anos.
Mas quais serão as habilidades importantes no futuro?
Abaixo, destaco 10 habilidades importantes para profissionais que desejam se preparar para os novos desafios que teremos no mundo do trabalho nos próximos anos...
1) Pensamento Empreendedor 
Pensamento empreendedor não significa necessariamente iniciar uma empresa. Significa também um modelo mental orientado em ver oportunidades e fazer as coisas acontecerem. Uma das razões principais que muitos talentos deixam as empresas têm a ver com a falta de oportunidades para desenvolver suas carreiras. Programas de "Intraempreendedorismo" que estimulem o desenvolvimento do Pensamento Empreendedor para criar oportunidades e novas soluções nas empresas são uma das alternativas para resolver este problema. Veja alguns exemplos neste texto super bacana publicado na revista Forbes: "Why Companies Want you to Become an Intrapreneur".
2) Competência "Cross-Cultural"
Em um mundo conectado, as habilidades de um profissional poderão ser colocadas à prova em diferentes localidades - e este profissional vai precisar ser capaz de trabalhar em qualquer ambiente que  se encontre. Isso vai demandar um conjunto de habilidades que envolve, é claro, a capacidade de falar diferentes idiomas, mas principalmente uma alta capacidade de adaptação às mudanças e com rápida resposta a estes novos contextos. Além disso, o tema da diversidade será uma competência cada vez mais importante nas organizações na próxima década - em especial, como um dos fatores fundamentais para produzir inovação em seus produtos, serviços e processos. Funcionários bem-sucedidos nestas equipes diversas serão aqueles que conseguirem identificar e comunicar pontos de conexão (objetivos mútuos, prioridades, valores...) que transcendam as diferenças e possibilitem a construção de equipes vencedoras.
3) Comunicação Através de Novas Mídias
A explosão de conteúdos gerados pelas pessoas através de blogs, tuítes e curtidas nas redes sociais já são uma realidade hoje e serão totalmente absorvidas pelas empresas na próxima década. Novas ferramentas de comunicação vão quebrar a barreira do conteúdo estático (cujo maior exemplo são os slides em Powerpoint produzidos em larga escala nas empresas). Assim, serão exigidos dos profissionais a habilidade de serem "fluentes" em novas formas de comunicação. A habilidade de criar e produzir seus próprios conteúdos através de ferramentas mais ágeis, dinâmicas e menos estáticas será cada vez mais valorizada. Assim como produzir apresentações e slides bacanas é valorizado atualmente, criar e produzir vídeos com qualidade, por exemplo, será a regra em alguns poucos anos... Outros formatos vão aparecer e se espalhar rapidamente. Isso vai demandar novas habilidades para vender suas ideias e engajar suas audiências através destas novas plataformas. 
4) A Era do Professional "T"
Os problemas de uma empresa global no futuro se tornarão cada vez mais complexos. Isso exigirá um novo conjunto de habilidades que os profissionais deverão trazer para as organizações. Isso quer dizer que o profissional ideal terá o formato de um "T": Eles trazem um profundo e espacializado conhecimento de, pelo menos, uma área, mas tem a capacidade de "conversar" no idioma de uma gama diversa de disciplinas. Por exemplo: Profissionais de RH que tenham entendimento de Marketing e Supply Chain. Profissionais de Marketing que entendam de Finanças & Analytics. Biólogos que entendem de Matemática e de Finanças.... Isso vai demandar um senso de curiosidade e uma vontade de aprender que vai muito além do formato de aprendizagem formal (Faculdade, Pós, MBAs, Mestrado, Doutorado...) que temos hoje. Como as pessoas vão viver cada vez mais (e isso vai gerar o desenvolvimento de múltiplas carreiras ao longo da vida), essa habilidade de se tornar um Profissional "T" se tornará ainda mais importante a ser desenvolvida. 
5) Gestão de Sobrecarga de Informação
Em um mundo cada vez mais rico em Conteúdo e Conhecimento através de múltiplos formatos e aparelhos traz à tona a questão da Sobrecarga da Informação. As Organizações e Profissionais apenas poderão transformar esta enorme quantidade de dados em vantagem se eles conseguirem filtrá-los eficientemente e focar naquilo que é realmente importante. A nova geração de profissionais terá que desenvolver habilidades para resolver este problema. Já tem gente que não consegue ficar longe do seu smartphone. Outro dia, li um tuíte muito interessante sobre este assunto: "para filtrar todo esta sobrecarga de informação, você é que deverá ser smart. E não o seu phone"... 
6) Aprenda a trabalhar, colaborar e liderar virtualmente
O trabalho virtual já é uma realidade há alguns anos para diversos profissionais e empresas. O que vamos ver nos próximos anos é a entrada de praticamente todas as empresas e profissionais atuando neste modelo. Estamos entrando em um período de avanços tecnológicos cada vez mais acelerados. Em poucos meses, as mudanças são gigantescas. Muitas pessoas já encontram grandes dificuldades em acompanhar a velocidade destas mudanças. E a tendência é que o processo se acelere ainda mais. Por exemplo, Holografia e Telepresença serão tecnologias onipresentes em poucos anos. Se você é um "nativo digital", essa será uma mudança menos difícil. Agora, se você estiver com mais de 30 anos, as chances são bem grandes que você já esteja um pouco pra trás em sua compreensão. Além disso, por conta destes avanços tecnológicos, o trabalho vai se tornar cada vez mais global. Isso significa que cada vez mais você vai estar trabalhando com pessoas de uma forma virtual. Quem sabe, até liderar uma equipe virtual. 
7) Já é certo que nós vamos viver mais do que os nossos pais. Então, você precisa desenvolver uma estratégia de longo prazo!
Sua vida profissional será moldada pelas mudanças nos padrões de longevidade (já é certo que nós vamos viver muito mais tempo do que os nossos pais) e demografia (em muitas regiões, haverá uma proporção muito maior de pessoas com mais de 50). Bom, se você vai viver por mais tempo, você vai precisar de recursos para viver. Os filhos já estarão criados, mas os custos relacionados às pessoas com mais de 70 anos (saúde, medicação, entre outros cuidados) crescem assustadoramente. E depender da aposentadoria pública (INSS) nem pode ser considerada uma opção... Desta forma, você precisa estruturar, desde já, uma estratégia de longo prazo. Você terá que escolher, pelo menos, uma das três opções abaixo... Se possível, até combinar as três opções: 

OPÇÃO 1: Construir uma carreira que permita que você trabalhe por mais tempo (pelo menos entre 65 e 70 anos de idade).
OPÇÃO 2: Guardar uma parte significativa de sua renda em toda a sua vida útil para o momento em que você precisar de renda e não tiver mais condições físicas de trabalhar.
OPÇÃO 3: Considerar maneiras de reduzir o seu consumo e viver de forma mais simples.
Não importa qual das três opções você vai escolher - mas é certo que você vai ter que fazer pelo menos uma destas três opções... E desenvolver habilidades para este futuro próximo é essencial para você não só profissionalmente, mas também considerando a sua qualidade de vida no futuro.
8) Abrace a mudança. Ela veio para ficar e será cada vez mais intensa.
Os profissionais nas empresas (principalmente os Baby Boomers e os da Geração X) se habituaram a processos de mudanças de curta duração intercalados por períodos de calmaria. Ainda hoje é comum ouvirmos nos corredores das empresas: "Nossa, quando essas mudanças vão parar?". Se a ficha ainda não caiu, a verdade é que as mudanças não vão mais parar. Ao contrário: elas tendem a se tornar ainda mais frequentes, mais intensas e ininterruptas. As pessoas se acostumaram a fazer as coisas sempre da mesma maneira, usando as mesmas tecnologias e os mesmos processos por muitos anos... O problema é que estes processos utilizados até hoje podem não ser os melhores para a realidade atual das empresas. Veja: nada mais, nada menos que 40% das empresas que estavam listadas na Fortune 500 em 2000 já não estavam na lista em 2010... Leve em consideração que, em poucos anos, a Geração Y será 75% da força de trabalho! Eles fazem parte de uma geração que cresceu utilizando ferramentas de colaboração e redes sociais para se comunicar, colaborar, encontrar pessoas e informação. Esse comportamento já está gerando um choque em muitas empresas. Isso vai gerar novos tipos de comportamentos e a adoção de tecnologias ainda mais avançadas de forma ainda mais rápida. Desta forma, adiantar-se e tomar a frente destas mudanças vai tomar a sua vida e o seu trabalho muito mais fácil. 
9) Compartilhe e Contribua! Quem ajudar mais terá mais chances de crescer na carreira!Essa será uma das habilidades principais de qualquer profissional moderno. Tradicionalmente, a ideia de que "conhecimento é poder" foi promovida ao extremo nas organizações ao longo dos últimos anos. Tradicionalmente, as pessoas queriam guardar as ideias e informações para "ganhar crédito" com seus superiores e achar que são essenciais. Esse modelo não é mais eficaz. Com a introdução das ferramentas de colaboração e a possibilidade de compartilhar estas informações para o mundo todo, as ideias se tornam muito mais poderosas quanto trabalhadas em conjunto. Compartilhar beneficia não só a equipe, mas também a qualquer profissional. Uma pesquisa muito interessante realizada pelo Insper e publicada em Julho deste ano na Revista Exame já mostrou que quem ajuda mais tem mais chances de subir na carreira. A pesquisa mostrou que profissionais que se colocam à disposição para ajudar colegas são mais reconhecidos e têm mais oportunidades de crescimento. Pares e Líderes já reconhecem essa atitude pró-ativa de ajudar. E essa ajuda pode ser realizada e diferentes formas: ideias, feedback, ensinar algo que você já domina, apresentações, documentos... Enfim, qualquer ação que facilite a vida de alguém! 
10) Um novo líder emerge: ele está ali para facilitar o trabalho da sua equipe. Você está preparado?
Na maior parte das empresas ainda estamos distantes desta realidade, mas o modelo de gestão futura será baseado principalmente na atuação deste líder em remover obstáculos dos caminhos de funcionários a fim de ajudá-los a ter sucesso. Isso se estende para além gestão de pessoas para capacitar e envolver as pessoas. A ideia tradicional de gestão foi baseada na estrutura militar - de liderança pelo medo e pela noção de comando e controle. Funcionários costumavam trabalhar duro para permitir que os seus gestores tivessem sucesso. O que será valorizado cada vez mais será a capacidade dos gestores trilharem o caminho oposto: irem de encontro às necessidades de sua equipe para que cada um de seus integrantes tenha sucesso. Será exigido muito mais um comportamento de catalizador das ações. Um líder que está ali para facilitar o trabalho das pessoas. 
Em uma situação mais extrema, muitos pesquisadores apostam até em uma outra alternativa: a ausência completa do modelo hierárquico como conhecemos hoje. 
Será? 

André Souza


Exercite a síntese de sua comunicação e pare de perder oportunidades

    Eu sempre fui muito sensível com as palavras. Talvez porque estudei Letras e uma das disciplinas, estilística, envolvia decifrar o que ...