quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Os 10 erros de comunicação que podem acabar com sua promoção




Muitos profissionais sonham em conquistar um cargo de liderança. Porém, como eles podem mostrar a seus gestores essa competência? De acordo com um estudo com mais de 4 mil profissionais, o que empresas procuram nos líderes é seriedade com excelentes habilidades de comunicação.


Alguns podem pensar que é bem comunicativo e extrovertido, o que já os caracteriza como bons executivos. Em vez disso, estas pessoas cometem grandes erros ao se comunicar em um ambiente de trabalho, seja na forma de se dirigir com seus superiores ou por meio do próprio conteúdo da conversa.

Publicado no site da Forbes, o estudo listou os 10 piores erros de comunicação que instantaneamente poderão fazer desaparecer suas chances de promoção:

1. Comentários preconceituosos
Dos executivos entrevistados, 72% afirmaram que os comentários racialmente preconceituosos são um grande erro para os homens e 70% disseram o mesmo para as mulheres. Esta ofensa é um bom motivo para não promover alguém, pois estas observações refletem um julgamento ignorante e revelam uma inteligência emocional baixa, de acordo com os pesquisadores.

2. Piadas inapropriadas
Este erro de comunicação é o segundo pior para os entrevistados. Contar piadas inapropriadas, como racistas, sexistas ou sobre qualquer teor preconceituoso, pode deixar as pessoas desconfortáveis. Isso também revela uma incapacidade do profissional em entender e interpretar o público e o ambiente em que está. Por outro lado, 61% dos executivos acreditam ser capazes de perceber o humor dos outros e efetivamente ajustar seu idioma, tom de voz e de conteúdo da conversa - essa é uma das principais habilidades necessárias para avançar na carreira.

3. Chorar
Com ou sem razão, com lágrimas no local de trabalho nenhum profissional se comunica como um líder. Enquanto 59% dos executivos dizem que chorar faz uma mulher parecer ruim para um alto cargo, 63% acreditam que é um grande erro para os homens. "Você tem que ser capaz de controlar suas emoções", afirmou um executivo bancário aos pesquisadores.

4. Mal-educado
Executivos reforçam a importância em saber se colocar em um ambiente corporativo, por isso, líderes precisam, antes de tudo, ser muito bem educados, para não maltratar possíveis clientes e empregados.

5. Juramento
Geralmente é considerado pouco profissional e desapropriado fazer promessas ou juras sobre atividades ou erros. Líderes devem ser objetivos com seus compromissos e cumpri-los, sem a necessidade em reforçar sua palavra.

6. Flertar
Mesmo que alguns acreditam que flertar pode ser uma vantagem no escritório, quase metade dos executivos afirma que não promoveria um profissional com esse caráter, independentemente de ser homem ou mulher.

7. Inquietação
Ficar se coçando o tempo todo, brincar com suas roupas ou dispositivos móveis em reuniões faz você parecer pouco à vontade ou como se você não estivesse prestando atenção. Os pesquisadores do estudo descobriram que ficar “remexendo” em geral diminui a sua presença de líder.

8. Evitar contato visual
Para especialistas em linguagem corporal, evitar contato visual faz parecer que você pode estar mentindo ou tem algo a esconder. Se você está em uma reunião, esse hábito também pode dar a impressão de que você está desinteressado. Por outro lado, olhar as pessoas nos olhos faz você parecer mais atencioso e atento ao que você está ouvindo.

9. Ser prolixo
Se você não pode dizer uma frase sucinta e coerente você não vai parecer estar no controle. A mensagem a ser passada também perde o sentido e seu impacto para seus ouvintes. Falar demais também é um erro que deve ser controlado.

10. Rir muito e falar estridentemente
Líderes dizem que rir ou rir demais é um erro de comunicação maior entre as mulheres, e falando estridentemente é um problema particularmente comum para os homens. Riso e tom de voz apropriados são indicadores importantes de seriedade.
Fonte: Infomoney

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Alexandre George Bastian enviou um vídeo para você: "Kennedy Center Honors - Paul McCartney Tribute"

Alexandre George Bastian compartilhou um vídeo com você no YouTube
Kennedy Center Honors - Paul McCartney Tribute
Be patient, it gets much better after the first act. Legendary from the third act onwards till the very end.
©2012 YouTube, LLC 901 Cherry Ave, San Bruno, CA 94066

Zona de Conforto, SAIR ou FICAR ???



Ter um desafio para cumprir não se trata de uma dificuldade no trabalho. A maioria das pessoas precisa que alguma atividade em seu trabalho seja desafiadora, alimente a sua curiosidade e a faça buscar novos mecanismos de se atingir a qualidade.
A isso chamamos de inovação.

O problema (e aí é problema para muitos) é que o não despertar da curiosidade traz uma mesmice para o trabalho.
E quanto esse trabalho se torna burocrático (do ponto de vista filosófico) e mecanizado demais, tem-se o que comumente o RH chama de "zona de conforto".

Quando se diz que "Fulano caiu na zona de conforto", tem-se a nítida impressão de que uma espécie de buraco negro o sugou para uma região de onde ele terá extrema dificuldade em sair. Na verdade, isso acontece para algumas pessoas, mas não para outras.

Recentemente o redator desta matéria se identificou muito com o depoimento da coach Cristina Meirelles, que, em um evento sobre Gestão Pública (mas referindo a qualquer espécie de gestão) disse que "não precisamos tirar ninguém de zona de conforto nenhuma; porque é na minha zona de conforto que eu performo melhor; todo mundo conhece uma coisa melhor do que outra e é nesta coisa melhor, que precisamos buscar pontos de melhoria contínua; estando em uma zona de conforte, onde não serei ameaçado, tenho tranquilidade e tempo para buscar coisas sempre novas".

Cristina, assim como muitos outros consultores – Antonio Furtado, autor de "A Metáfora do tempo", pela Qualitymark Editora, está entre eles – entende que a própria pressão que o mercado coloca em cima das pessoas, usando o tempo como "arma para espremê-las", é nociva à atividade criadora.

"Entrar em zona de conforto é muito bom para que eu desenvolva o melhor de mim; quem disse que para haver desafio eu preciso estar ameaçado?!; precisamos desmistificar essa ideia", considera.
Esta não é, no entanto, a opinião de muitos outros consultores organizacionais. Há uma corrente que acredita que a angústia, embora tenha uma faceta negativa, funciona como "combustível para a mobilização pela melhora" e que "sem ela, todos temos certa tendência à acomodação nessa zona de conforto".

A questão é, de fato, por demais complexa. Vivendo numa época em que a competição é tão acirrada e a mudança já não causa nenhuma surpresa; em um maio profissional onde as cobranças são vigorosas, como distinguir a ansiedade provocada pelo surgimento constante de cursos da real necessidade de sacudir a carreira? 
Executivos com larga experiência no mercado acreditam, de pés juntos, que, na verdade, perceber se está acomodado é perceber se está ficando para trás na empresa. 

Para verificar se é o caso, responda às seguintes questões: 

1- Ninguém pede a você nada além do que você já faz habitualmente? 
2- Há muito tempo você não muda de cargo ou de função? 
3– Não é convocado para novos projetos? 
4- Há muito tempo você não assiste palestras e cursos ou participa de reuniões externas? 
5- Você descobriu que há pessoas novas na empresa que você nem conhece? 

Segundo José Tolovi Júnior, presidente mundial do Great Place to Work Institute Brasil, um profissional está acomodado quando: 

1- As coisas que julgava erradas há algum tempo passam a não parecer tão erradas, o que significa que o indivíduo mudou a ótica. 
2- O profissional está confortável com o lugar que ocupa na empresa por achar que já foi além do que esperava. 
3- Não acorda tão entusiasmado para ir ao trabalho. 
4- Ao ser chamado a atenção pelo chefe, já não se importa mais. 

Em geral os líderes de RH que respondem a pesquisas sobre o tema ZONA DE CONFORTO afirmam que as pessoas denunciam acomodação quando: 
1- Não atingem as metas e resultados esperados. 
2- Não evoluem técnica nem comportamentalmente, mostrando-se desalinhados com a estratégia da empresa. 
3- Não buscam desafios optando por fazer as coisas sempre da mesma maneira. 
4- Não agregam conhecimentos na realização de suas tarefas. 
5- Não são chamadas a participar de novos projetos e nem procuradas para expressar suas opiniões. 

Mais do que a sensação pessoal daquilo que vai bem ou não com o seu trabalho e de como os outros estão vendo este trabalho, o profissional deve pedir o feedback de seus líder ou a um outro profissional que admira e que tenha acompanhado sua carreira. Pergunte o que precisa fazer para crescer profissionalmente ou, se o que está fazendo no momento representa um diferencial para a empresa. Em primeiro, lugar contudo, a atividade deve ser um diferencial para ele mesmo, traduzindo: deve fazer sentido para ele.
Se não investimos em nós mesmos, não podemos esperar que as organizações invistam. Não podemos alcançar o crescimento se não o buscamos.

A quem se acha "suspeito" de acomodação, vão aqui algumas dicas: 
1- Busque feedbacks constantes, o chamado "retorno". 
2- Buscar ajuda profissional (coaching) para identificar as competências que já possui e requisitos faltantes. 
3- Reconhecer a necessidade de ampliar cada vez mais os conhecimentos e se tornar referência para outras pessoas. 
4- Elaborar um plano de desenvolvimento pessoal e profissional – sim, você pode fazer isso.
5- Elaborar um planejamento de metas detalhado com datas, prazos, ações e especificações detalhadas para tudo o que deseja alcançar. 
6- Esforçar-se ao máximo para atingir as metas propostas. 
7- Desenvolver a capacidade de perceber oportunidades. 
8- Desenvolver atitudes de solidariedade, intuição, entusiasmo, perseverança, sinergia e muita, muita alegria. 
9- Estabeleça objetivos a curto e médio prazo. 
10 - Participe de cursos e palestras na sua área de atuação. 
11 - Leia informes, periódicos e livros sobre sua área de atuação para se atualizar sobre ferramentas e conceitos. 
12 - Aperfeiçoe sua habilidade no idioma inglês. 
13 - Se não puder ter um coacher, escolha alguém de seu relacionamento profissional para apontar, periodicamente, no que você está indo bem e no que precisa melhorar.

Exercite a síntese de sua comunicação e pare de perder oportunidades

    Eu sempre fui muito sensível com as palavras. Talvez porque estudei Letras e uma das disciplinas, estilística, envolvia decifrar o que ...