sexta-feira, 5 de outubro de 2012

11 segredos para negociar seu salário

 

Muitos profissionais temem a hora de negociar seus salários. O tabu financeiro pode ter diversas origens, uma delas focada na ideia de que a remuneração seria um favor feito pelo empregador ao profissional. Essa mentalidade foge da coerência já que o dinheiro não é ganho no fim do mês, mas sim trocado por seu trabalho durante aquele período. Negociar a quantia irá depender diretamente do valor que você dá ao seu esforço e como se enxerga no mercado de trabalho. Afinal, o objetivo salarial que estabelece não irá mudar exclusivamente conforme as empresas, mas sim de acordo com as oportunidades.

1. É apenas uma conversa
Negociações de salário são conversas e acertos entre duas pessoas. Não são diálogos pessoais, então você não precisa se preocupar com esse tipo de aspecto. Ambos estão procurando bons resultados e devem tratar os pontos da transação a partir dos interesses profissionais.
2. Suas necessidades pessoais não entram na conversa
É claro que suas necessidades pessoais são importantes. Mensalidades escolares, despesas com a dispensa, contas de água e luz não param de chegar, independente de seu salário. Mesmo assim, os pontos e argumentos que for usar para sua negociação não devem estar baseados ou citar esse tipo de despesa. Você deve se fundamentar estritamente em seu valor para a empresa e como você irá contribuir com seu trabalho.
3. Saiba a média salarial
Confira dados sobre as médias salariais em sua área de atuação para o trabalho que fará. A partir dessas informações você poderá montar seu objetivo financeiro. Cuidado, entretanto, para não usar os dados errados. Dependendo da empresa, localização e metas empregatícias essas informações mudam e você corre o risco de comparar as coisas erradas.
4. Não dê a primeira oferta
Se a empresa pede que você forneça qualquer tipo de expectativa salarial faça o que puder para não informá-la. É muito melhor que você saiba qual a quantia oferecida inicialmente para que consiga basear a sua proposta. Você pode responder que isso depende do tipo de trabalho que você irá fazer, dos benefícios, etc.
5. Não minta sobre sua remuneração atual
Se perguntarem qual é seu salário atual, fale a verdade. Caso descubram que mentiu, você com certeza irá perder a oferta de emprego. Ofereça explicações objetivas se sua última remuneração foi muito mais baixa ou alta do que a da oferta atual.
6. Considere compensações não salariais
Compensações não salariais como benefícios, férias extras, trabalhar de casa algumas vezes no mês ou participações nos lucros da empresa também devem ser consideradas durante a negociação salarial, pois passam a fazer parte de sua remuneração como um todo.
7. Seja confiante. Peça o que você deseja
Acredite em seu valor para empresa e habilidades. Não tenha medo de falar aquilo que deseja e deixar claro quais são suas metas salariais. É melhor se arriscar e receber uma resposta negativa do que ficar calado e não aproveitar a chance de conseguir o que deseja.
8. Se informe sobre bônus e programas de incentivo
Muitas empresas possuem programas de incentivo que podem aumentar em 5% ou até 25% seu salário final.
9. Aumentos futuros
Você também pode procurar se informar sobre futuros aumentos salariais ou revisões. Da mesma forma como seu desempenho será avaliado periodicamente de maneira mais formal, veja se a empresa planeja revisões da remuneração.
10. Não se tenha pressa em responder
Mesmo sabendo que irá aceitar a oferta não tenha pressa em responder. Você deve meditar sobre essa decisão e ter certeza de que ela é a melhor para sua trajetória profissional. Dependendo de seus valores e objetivos, também analise se ela se encaixa com seu estilo de vida pessoal.
11. Valide tudo
Não fique apenas na conversa. Garanta que todos os acertos sejam oficializados e que nenhuma dúvida seja deixada para trás. Se o combinado foi feito por e-mail, imprima-os e mantenha como evidência.
Fonte: http://noticias.universia.com.br/atualidade/noticia/2012/10/01/969892/11-segredos-negociar-seu-salario.htm

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Liderando com visão e energia

"Não caminhe atrás de mim; eu posso não liderar. Não caminhe na minha frente; eu posso não seguir.Simplesmente caminhe ao meu lado e seja meu amigo."
(Albert Camus)


Robert Cooper é um especialista em inteligência emocional e neurociência da liderança, autor da interessante obra “Get out of your own way” (“Caia fora de seu próprio caminho”, em tradução livre) na qual ele apresenta cinco chaves para exceder expectativas às quais acrescentei outras duas, totalizando sete aspectos essenciais no processo de liderança. 

Vamos a eles:

Chave 1 – Lidere pelo exemplo

Uma meta é resultado de inteligência integrada aplicada. Suas decisões devem decorrer da união de três cérebros localizados na cabeça, no coração e nas vísceras. Liderar só com a cabeça limita a criatividade. Você deve ouvir seu coração, mas também dar atenção ao seu feeling – aquele frio na barriga que sentimos por ocasião de algumas ações.

Chave 2 – Administre a direção, não o movimento

As estatísticas das revistas que relacionam anualmente as maiores empresas globais comprovam que a inovação aplicada gera lucro. Tanto que as companhias mais inovadoras conseguem auferir ganhos superiores a cada novo exercício.

A ciência para ativar a inovação não está no autocontrole, através do qual a motivação torna-se efêmera e o comprometimento se esvai diante da agitação ou do estresse. O êxito está na autorregulação, vinculando metas ao melhor resultado emocional.

Um ótimo mecanismo de liderança consiste em comprimir o tempo destinado a uma determinada tarefa ou meta. Assim, selecione metas programadas para o período de um ano, por exemplo, e estude como realizá-las em apenas um semestre, um trimestre ou mesmo um único mês.

Lembre-se de que o cérebro adora jogar com a segurança. Por isso é tão confortável falar em metas para cinco, dez ou mais anos, pois nada será feito de imediato. Desafie-se! Torne possível o que, à primeira vista, possa parecer impossível.

Chave 3 – Administre a concentração, não apenas o tempo

A neurociência confirma que somos maus administradores de nosso tempo e com forte tendência a perder o foco.

Algumas provocações para sua reflexão: 

  • Em suas reuniões regulares, como você poderia reduzir em 50% ou mais o tempo gasto, mantendo ou melhorando os resultados?
  • Suas reuniões são agendadas para o início do expediente, por volta das 9 horas, ou logo após o almoço, às 14 horas, prolongando-se por todo aquele meio turno de trabalho? O que aconteceria se você iniciasse os encontros às 11 horas ou às 17 horas?
  • Quanto tempo você desperdiça diariamente em decorrência de interrupções, distrações, desorganização ou falta de planejamento?
  • Estabeleça uma hora por dia sem interrupções para você e neste intervalo trabalhe concentradamente em três objetivos específicos, reservando 20 minutos para cada um deles;
  • Um feedback é importante, mas ele atua sobre um evento passado, aprisionando o cérebro e colocando-o na defensiva. Trabalhe com feedforward, ou seja, um impulso emocional positivo para influenciar e mudar de agora em diante.
Chave 4 – Administre a energia, não o esforço

Faça pausas estratégicas de apenas 30 segundos a cada meia hora, e pausas essenciais de dois a cinco minutos no meio da manhã e à tarde para aumentar sua energia e concentração.

Você pode fazê-lo realinhando sua postura, respirando profundamente, bebendo água gelada, movimentando-se em direção a uma luz mais forte, entrando em contato com paisagens naturais, situações bem humoradas e expondo-se a mudanças visuais ou mentais. Estas ações podem garantir um incremento de até 50% no seu nível de energia, elevando a produtividade em até 10%. Seja rápido sem se apressar. Mantenha a flexibilidade.

Além disso, administre a transição de seu ambiente profissional para o familiar. Assim, ao chegar em casa, estabeleça uma zona intermediária de até 15 minutos, período no qual deverá apenas cumprimentar carinhosamente seus familiares com no máximo 25 palavras. Procure desacelerar. Tome um banho, troque suas roupas, beba algo. Está comprovado que situações de conflito e argumentos prejudiciais começam ou se intensificam nos primeiros minutos após o regresso ao lar.

Chave 5 – Administre o impacto, não as intenções

O objetivo é reduzir o tempo pela metade e dobrar os resultados. Para monitorar, faça medições semanais – elas aumentam significativamente a iniciativa e a responsabilidade pessoais no cumprimento das metas estabelecidas.

Procure avaliar como andam os níveis de energia e concentração da equipe. Observe as economias de tempo e reduções de custo possíveis, onde foram obtidas e qual sua magnitude. Acompanhe a evolução da eficácia da equipe e o redirecionamento das metas com base no critério da prioridade.

Chave 6 – Compartilhe o propósito

Além das metas é imprescindível compartilhar missão, visão e valores com toda a equipe. As pessoas necessitam de um senso de finalidade para seu trabalho, compreendendo sua real contribuição para a organização.

Contudo, o fato é que muitos sequer sabem qual o produto ou serviço que oferecem ao mercado, quem são seus concorrentes, o que o consumidor espera da corporação e qual a posição estratégica que esta espera ocupar no mercado.

Chave 7 – Lidere com base nas três óticas

Há um objetivo fundamental de caráter corporativo. Independentemente de se tratar de uma empresa pública ou privada, os esforços de todos os profissionais devem estar a serviço de um resultado positivo capaz de apoiar, sustentar e conferir reconhecimento à organização.

Porém, para alcançar este resultado, o líder deve centrar foco na equipe, pois é o trabalho conjunto e multidisciplinar o instrumento catalizador do alto desempenho. Um líder deve questionar sua equipe sobre seu aprendizado buscando contribuição e não julgamento.

Mas equipes são formadas por pessoas e este é o último e essencial ponto de vista: o elemento humano. O desafio é conhecer, compreender e auxiliar cada colaborador a alcançar seus objetivos pessoais, enxergando-os como projetos de vida individuais.

Todos os dias os melhores líderes desistem de tudo o que conquistaram para se reinventar na busca pela excelência.

O segredo das ideias bem sucedidas

Conheça três questões fundamentais que você deve se fazer e responder todo dia para dar verificar o andamento do seu projeto de vida profissional
O que diferencia uma ideia que se transforma em inovação de uma que morre ainda no papel? A existência de um plano de ação capaz de torná-la sustentável e aplicável!
Num mundo em que uma de nossas únicas certezas é a mudança, é preciso fazer essa ideia sair do plano mental e subjetivo, para ganhar vida no mundo real. Tirá-la do papel e colocá-la em prática! Nossa história deve ser escrita não só por expectativas e desejos, mas principalmente pelas atitudes que empreendemos no nosso dia-a-dia. O desejo que anda desacompanhado de ação tende a tornar-se apenas mais uma frustração em nossas vidas.
Repare nas pessoas que você considera bem-sucedidas. Nenhuma delas ficou suspirando, esperando que o sucesso batesse em sua porta e a encontrasse. Sucesso é a somatória do empenho com a competência, e dentro dessa competência, está a capacidade de interpretar o mundo com todos os seus cenários - favoráveis ou não. O empresário Abílio Diniz resumiu bem a questão da atitude quando disse que "enquanto alguns sonham com sucesso, nós acordamos cedo para fazê-lo".
A capacidade de situar-se no hoje e visualizar o amanhã pode ser resumida em três questões simples, que devemos ter em mente todos os dias da nossa vida:
A primeira questão é: Quem sou eu e onde eu estou? Responda a essa pergunta levando em conta tudo aquilo que forma sua vida hoje: seu trabalho, sua renda, as suas relações pessoais e profissionais. Uma análise honesta e lúcida sobre seus pontos fortes e fracos ajuda e muito nessa hora, pois pode evitar que criemos falsas percepções, além ou aquém da realidade.
A segunda questão é: Onde é que eu quero chegar? Essa pergunta é mais difícil de responder. No dia-a-dia, na nossa rotina, acabamos não projetando muito o nosso futuro. Muitos de nós levamos a sério certas filosofias de vida que se transformam em refrãos de música, como "deixa a vida me levar, vida leva eu". O problema de deixar a vida nos levar, é que ela pode acabar nos levando para um lugar onde não gostaríamos de ter ido, um lugar não muito agradável.
A terceira questão é a que nos dá a exata dimensão do nosso envolvimento, da nossa capacidade de automotivação e de engajamento na busca dos nossos objetivos: O que eu estou fazendo para chegar lá? Estou me dedicando, mobilizando recursos, envolvendo pessoas que podem me ajudar a atingir meus objetivos? Ou será que estou preferindo ficar lá no canto, quietinho, esperando que alguém note minha presença? Ou, pior ainda: sem a menor intenção, o mínimo desejo de ser percebido, preferindo ser incorporado à paisagem?
O sucesso começa com as pequenas e cotidianas atitudes. Boa parte dessa revolução chamada sucesso está em nossas mãos. Portanto, cabe somente à você fazer sua parte!

Veja os piores perfis de colegas de trabalho !!


Nada mais chato que começar a trabalhar em uma empresa e descobrir que alguns colegas de trabalho são um pouco difíceis de lidar. A situação se complica quando o tempo passa e esses “problemas” só se multiplicam: uns são competitivos ao extremo, outros verdadeiros “malas sem alça” e tem até aquele fofoqueiro que precisa tomar cuidado.
E não para por aí. Saber lidar com eles é fundamental para garantir seu bem-estar, um bom ambiente corporativo e, principalmente, sua carreira e sua imagem perante outros colegas e superiores.
O consultor e especialista em coaching, Homero Reis, ressalta que dependendo do caso, esses ‘colegas-problema’ podem até influenciar no seu desempenho ou, no caso dos competitivos e fofoqueiros, acabar com sua carreira na própria empresa. Muitos não sabem a forma correta de lidar com essas pessoas e acabam levando o problema a outro patamar: um confronto agressivo com eles ou procurar seus superiores.
“Nenhuma dessas atitudes é desejável. Há muitas formas sutis e acolhedoras que poderão dar a entender que aquele comportamento não está certo na equipe. A situação se agrava quando isso chega ao chefe antes do apontado saber, pois os papéis poderão se inverter e você sairá mal-visto, como o dedo-duro e até infantil”, alerta.
A gerente de Transição de Carreira da Thomas Case & Associados, Monah Saleh, compartilha a opinião. “O que pode acontecer é trazer um problema ainda maior para o próprio profissional e respingar em você. É preciso ter responsabilidade, pois ele pode ser mandado embora ou ter outras punições extremas, sendo que as vezes, uma conversa amigável pode resolver tudo”.
Pensando nisso, a InfoMoney fez uma lista com os 10 tipos mais comuns - e terríveis - de colegas de trabalho e mostra, junto aos especialistas, a melhor maneira de lidar com cada um deles, confira:

O reclamão

Desanima qualquer um ter de aguentar alguém reclamando sobre tudo. Não importa o que aconteça, às vezes até a chuva ou calor é motivo de reclamação. Para Monah, normalmente, esse profissional está infeliz com sua função ou situação pessoal, mas ao mesmo tempo, tem medo de mudanças, o que o caracteriza também inseguro.
A especialista explica que a melhor maneira de lidar com esse caso é procurar a área de Recursos Humanos da empresa, para ela dar atenção a este profissional e, então, analisar o caso e recolocá-lo em outras funções de seu interesse. Caso sua empresa não tenha esse serviço, não se desespere. Às vezes, dar um toque, levar uma conversa e dizer como é ruim conviver com alguém pessimista poderá ajudá-lo nessa situação.
“Em muitos casos, a pessoa não percebe que está exagerando nas reclamações. Se você tiver uma relação próxima esse é o melhor caminho, mas se não, tome cuidado, pessoas desse perfil não são muito confiáveis”, alerta Saleh.

Folgado

Presente em muitos escritórios, estes profissionais deixam tudo para o dia seguinte ou para a última hora, isso quando eles entregam seus afazeres. Com esse profissional o cenário muda. É preciso conversar com ele, mas antes, pensar o quanto a falta de compromisso afeta diretamente e indiretamente você e sua equipe. Tente mostrar em detalhes como isso te atrapalha no dia a dia e, se puder, mensure o desinteresse. Tudo de uma forma bem objetiva e se estiver atrapalhando mais de uma pessoa, que todas estejam presentes demonstrando o descontentamento.
Se mesmo assim não der certo e ele continuar com atividades pendentes e não mostrar interesse em mudar, exponha isso ao superior. “Mas isso em último caso, ter paciência e conversar mais de uma vez é necessário para mostrar ao colega que essa situação se tornou insustentável, e não apenas algo pontual”, diz a especialista.

Estressado

É difícil conversar com este profissional, qualquer opinião ou conversa poderá explodir seus nervos e tornar o resto da jornada de trabalho um verdadeiro caos. O problema nesse caso é a falta de abertura em chegar no colega e expor o que lhe incomoda, pois provavelmente, ele ficará estressado com isso.
Por trás de tanto nervosismo, a gerente afirma que essas pessoas são naturalmente ansiosas e podem até apresentar características bipolares. “Pode ser que esse profissional esteja com problemas, não apenas um simples descontrole passageiro. A melhor forma de lidar com eles é ser compreensivo, mas franco. Converse com ele, mas não fale do seu comportamento no primeiro momento. Procure entender porque ele tem essa reação e apenas depois exponha suas opiniões e indique soluções, como uma terapia, Yoga e outros caminhos. Mas fale como uma sugestão e não como imposição”.

Competitivo

Esse é o tipo que mais cresce nos escritórios, por muitas vezes, as próprias instituições estimularem esse comportamento, com o uso de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e outras iniciativas. O que você deve fazer é tomar cuidado, se manter reservado e evitar ao máximo ter conversas sobre suas atividades. “Ele vai querer tirar vantagem de qualquer informação que você fornecerá. Então, se falar sobre uma ideia, trocar informações sobre alguns projetos, ele poderá se beneficiar e até se apropriar delas”.

Chato/Mala

Faz piadas sem graça e em má hora, é carente, fala o que não deve e se cala quando precisa dizer algo. Enfim, faz tudo o que uma pessoa legal e companheira não faz. É difícil de lidar com eles, principalmente dar limite a eles. Porém, é preciso. “Esse perfil é de natureza carente, então, ele tentará essa intimidade com todo mundo do trabalho, ele vai te testar e se você der abertura e não dar limite, provavelmente, você será seu alvo”, explica.
Ela também poderá levar para o pessoal e dificultará ainda mais seu posicionamento. A especialista atenta que talvez sendo duro levará a pessoa entender que está no caminho errado para uma boa convivência.

Fofoqueiro

Sem rodeios, todos sabem como é chato ter de conviver com um fofoqueiro. Você terá de tomar o mesmo comportamento com o competitivo: ser o mais discreto possível com essa pessoa e o que falará para ela. Confiança com esses profissionais, é o último sentimento que deve motivar sua convivência. Mas, como se não fosse o bastante espalhar notícias de sua vida sem permissão, esse colega também pode inventar.
“Nesse caso, o melhor meio de lidar com essa situação é ser o mais sincero possível. Isso é, se ele inventou algo de você e espalhou, reuna os envolvidos, inclusive quem inventou, e esclareça. Mostre que ele está errado”, analisa a gerente.

“Mr. Ideias”

Ele é uma mistura dos competitivos e chatos. Pessoas assim são caracterizadas por sua sede de proatividade ao extremo e se destacar de outros colegas. Trabalho em equipe passa longe de seus objetivos. Mas você também pode fazer sua parte para se livrar deles. “Além de se reservar com projetos e ideiais profissionais, se posicione. Se ele interver em alguma fala sua ou impor algo para se sobressair, cabe a você ser maduro e explicar na hora que ele não está dando abertura para os outros falarem”, ressalta Monah.

Braço Curto

Essa pessoa se limita a realizar seus afazeres e ao final do expediente, mesmo que a maioria dos colegas ainda esteja realizando tarefas arduamente, ele pega suas coisas e vai embora. Ele é o oposto do “Mr. Ideias”, isso é, não tem proatividade. Ele também acaba desmotivando seus colegas que se esforçam pela empresa.
“Cabe aos superiores dar uma solução, pois eles precisam estar de olho em quem produz mais ou menos dentro da empresa. Já com o colega dessa pessoa, ele vai analisar se isso está prejudicando seu desempenho e se não é apenas uma ‘dor de cotovelo’. Se estiver atrapalhando, é preciso conversar com ele e com o gestor sobre sua desmotivação”.

O “aberto”

Ele fala demais de sua vida pessoal e chega ao ponto de tocar em questões que nem você gostaria de ouvir. Não cansado de falar da própria vida, quer saber de sua, em detalhes sórdidos. Não é legal ficar se esquivando o tempo todo e mudando de assunto para tentar conter tamanha curiosidade.
A melhor forma, segundo conta a gerente, é se mostrar indiferente a esses assuntos. Ouve uma vez ou até duas vezes, mas depois dá um toque, faça um corte tranquilo e amigável. Explique ou use exemplos de como pode ser ruim essa exposição exagerada, ele entenderá e não se ressentirá de você.

Invejoso

Dentro desse perfil há dos tipos de profissionais: aqueles que você já identifica logo no começo e aquele que demora para perceber. O segundo pode trazer estragos ainda maiores, mas assim que identificado, excluí-lo de suas conversas, amizades e círculos de confiança é a melhor maneira de lidar com ele.
Mas antes de tomar qualquer atitude em qualquer desse perfil é interessante conversar com alguém de confiança que esteja fora do seu trabalho, como um amigo, familiar ou seu cônjugue. “Naturalmente todos nós carregamos cada um desses perfis e, às vezes, exergamos coisas que não existem. Não é justo caracterizar o profissional por erros cometidos em uma ou duas vezes”, conclui a gerente.

Exercite a síntese de sua comunicação e pare de perder oportunidades

    Eu sempre fui muito sensível com as palavras. Talvez porque estudei Letras e uma das disciplinas, estilística, envolvia decifrar o que ...