Especialista dá dicas para se tornar um profissional diferenciado em 2012; se quiser resultados diferentes, pense diferente.
A forte concorrência, marcada pelo aumento do número de profissionais no mercado, com novas experiências e visões diferentes, exige que os profissionais realizem mudanças o mais rápido possível.
O que fazer
Se o final do ano é momento de balanço e reflexão, começar o ano colocando os planos em prática pode fazer a diferença para manter seu espaço no mercado de trabalho. O especialista elaborou algumas dicas para se tornar um profissional diferente o quanto antes, veja:
Sempre ligado - o mundo é muito mais dinâmico do que podemos acompanhar. Estar atento a tudo é importante. Acompanhe desde o noticiário nacional e internacional até as oportunidades que estão sempre surgindo a sua volta.
Networking - a rede de contatos é extremamente útil e pode fazer muita diferença. Participe das redes sociais, mas não apenas como mero observador, é importante ficar em evidência. O clássico conselho para esse tema permanece: cuidados com os excessos. O que é postado nas redes sociais sempre pode ser usado contra o autor.
Pense diferente - “Se queremos ter resultados diferentes, precisamos agir de forma diferente”, lembra Euclides Junior. Com isso em mente, a sugestão é sempre tentar fazer um trabalho diferente, questionar seus métodos e esgotar todas as possibilidades de produção.
Dedicação faz a diferença - uma coisa é ter um emprego e realizar as tarefas pedidas, outra, bem diferente, é ser um profissional que se envolve com o seu trabalho, sempre buscando dar o seu melhor. Esse tipo de pessoa sempre será um profissional empregável, independente da situação do mercado.
Divirta-se - trabalhar é importante, mas não se pode esquecer a vida pessoal, ou seja, aquela fora do escritório. A sugestão do consultor é fazer o que gosta quando se estiver fora do ambiente corporativo, seja esportes, livros e ver amigos e família. “Faça coisas que lhe proporcionem prazer e ajudem a descarregar o estresse do dia a dia.
Fonte:http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/profissionais-devem-colocar-planos-em-pratica-tomando-o-controle-de-suas-acoes/50578/
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Cinco Causas de Fracassos nos Projetos
Há cinco circunstâncias em que o silêncio faz os projetos naufragar.
Existem cinco situações que, quando não abertamente discutidas, tendem a levar qualquer iniciativa ao fracasso. São questões cruciais.
Elas são abordadas nos livros Crucial Confrontations (ed. McGraw-Hill) e Conversas Decisivas (ed. Campus). Um dos seus autores é Joseph Grenny, que também é fundador da Vital Smarts, empresa de desenvolvimento organizacional que, em parceria com a The Concours Group, realizou o estudo Silence Fails: The Five Crucial Conversations for Flawless Execution. O objetivo era investigar os porquês das derrocadas de projetos e, para isso, mais de 2 mil iniciativas de US$ 10 mil a US$ 1 bilhão foram analisadas.
O relatório da pesquisa salienta que as tecnologias e os sistemas de gestão de projetos evoluíram bastante nas últimas décadas. No entanto, pelo menos dois terços deles não atingem os resultados esperados. Essa proporção poderia ser melhorada, se nos dedicássemos mais às interações que, conforme lemos em Conversas Decisivas, ocorrem entre duas ou mais pessoas em circunstâncias nas quais os riscos são altos, as opiniões diferem e as emoções atuam fortemente.
Embora mereçam livros, palestras e pesquisas, as conversas cruciais fazem parte do dia a dia de qualquer um de nós, mas têm alto impacto sobre nossas vidas. O problema com tais trocas?
“Infelizmente, é da natureza humana escapar de discussões que possam nos machucar ou piorar a situação. Somos mestres em evitar essas conversas difíceis”, dizem os autores.
Quem nunca enviou um e-mail para esquivar-se do olho no olho?
As cinco conversas cruciais para o sucesso de uma iniciativa são reflexo de cinco obstáculos:
1. Planejamento sem fundamentação em fatos
O problema é enfrentado por 85% dos líderes de projetos, segundo o estudo Silence Fails, que entrevistou mais de 1.000 pessoas de 40 empresas de diversos setores nos Estados Unidos.
Os parâmetros dos projetos, como prazos e orçamentos, frequentemente não são definidos pelos próprios líderes da iniciativa, e sim por outros executivos.
Com o tempo, as pessoas começam a fraudar o orçamento e, se o líder não tiver uma conversa franca com a equipe e passar a se comprometer com estimativas que sabe ser irreais, a probabilidade de fracasso é alta.
Mais de 90% dos líderes de projetos consideraram essa questão difícil ou impossível de ser abordada.
2. Patrocinador ausente
Esse é o problema de 65% dos líderes de projetos: falta de apoio real em instância superior. A equipe, então, expõe-se muito e não tem poder para implantar a iniciativa.
Não raro, patrocinadores (sponsors) que deveriam entrar em batalhas políticas deixam os líderes se defendendo sozinhos.
Dentre os participantes da pesquisa, 88% dizem que conversas cruciais a esse respeito são difíceis, quando não impossíveis.
3. Prioridades ignoradas
A alta administração ou poderosos stakeholders podem ignorar processos formais de decisão, planejamento e definição de prioridades, como acontece a 83% dos líderes de projetos entrevistados. Afinal, não querem considerações práticas acerca do que têm em mente.
São, então, aprovados projetos para os quais não há recursos e a equipe não entrega o resultado almejado. Sua motivação é negativamente afetada.
Mais de dois terços dos entrevistados consideram uma discussão em torno desse tema difícil ou impossível.
4. Covardia
Ocorre quando líderes de projetos ou membros de equipe deixam de comunicar riscos detectados, como escassez de material e necessidade de prazo maior para entrega dos resultados.
Mais da metade dos líderes revelaram que enfrentam esse problema regularmente.
Quando alguém se omite e espera que outro se manifeste antes, para ser culpado pelo problema, está sendo covarde.
Quando os líderes agem assim, o status e a revisão do projeto se tornam brincadeira.
Todos, nervosos e calados, veem o projeto naufragar.
Uma conversa crucial dessa natureza é difícil ou impossível para 13% dos líderes de projetos entrevistados.
5. Erros na equipe
Dentre os líderes de projeto pesquisados, 80% enfrentam essa barreira.
Eles geralmente têm mais responsabilidade do que autoridade, pois tentam liderar grupos multifuncionais com pouca ligação hierárquica direta.
Resultado:
Membros da equipe não comparecem às reuniões, não seguem a programação ou carecem de competência para atingir objetivos ambiciosos.
Eles não podem ou não querem participar e apoiar o projeto. Sem autoridade, os líderes deixam de tratar o problema. Conversar sobre isso é difícil ou impossível para 76% deles.
O silêncio fracassa, como o título da pesquisa indica.
Às vezes, contudo, precisamos de estatísticas para nos apontar o que, no fundo, constatamos o tempo todo e está na epígrafe do primeiro capítulo de Conversas Decisivas: “O vazio gerado pela falta de comunicação é logo preenchido por veneno, bobagem e distorção” –são palavras do escritor britânico Cyril Northcote Parkinson.
Referências bibliográficas
GRENNY, J. et al. Crucial Conversations: tools for talking when stakes are high. Nova York: McGraw-Hill, 2002.
VITAL SMARTS e THE CONCOURS GROUP. Silence Fails: The Five Crucial Conversations for Flawless Execution. Provo: 2006.
Fonte: http://www.hsm.com.br/editorias/cinco-causas-do-fracasso-de-projetos
Existem cinco situações que, quando não abertamente discutidas, tendem a levar qualquer iniciativa ao fracasso. São questões cruciais.
Elas são abordadas nos livros Crucial Confrontations (ed. McGraw-Hill) e Conversas Decisivas (ed. Campus). Um dos seus autores é Joseph Grenny, que também é fundador da Vital Smarts, empresa de desenvolvimento organizacional que, em parceria com a The Concours Group, realizou o estudo Silence Fails: The Five Crucial Conversations for Flawless Execution. O objetivo era investigar os porquês das derrocadas de projetos e, para isso, mais de 2 mil iniciativas de US$ 10 mil a US$ 1 bilhão foram analisadas.
O relatório da pesquisa salienta que as tecnologias e os sistemas de gestão de projetos evoluíram bastante nas últimas décadas. No entanto, pelo menos dois terços deles não atingem os resultados esperados. Essa proporção poderia ser melhorada, se nos dedicássemos mais às interações que, conforme lemos em Conversas Decisivas, ocorrem entre duas ou mais pessoas em circunstâncias nas quais os riscos são altos, as opiniões diferem e as emoções atuam fortemente.
Embora mereçam livros, palestras e pesquisas, as conversas cruciais fazem parte do dia a dia de qualquer um de nós, mas têm alto impacto sobre nossas vidas. O problema com tais trocas?
“Infelizmente, é da natureza humana escapar de discussões que possam nos machucar ou piorar a situação. Somos mestres em evitar essas conversas difíceis”, dizem os autores.
Quem nunca enviou um e-mail para esquivar-se do olho no olho?
As cinco conversas cruciais para o sucesso de uma iniciativa são reflexo de cinco obstáculos:
1. Planejamento sem fundamentação em fatos
O problema é enfrentado por 85% dos líderes de projetos, segundo o estudo Silence Fails, que entrevistou mais de 1.000 pessoas de 40 empresas de diversos setores nos Estados Unidos.
Os parâmetros dos projetos, como prazos e orçamentos, frequentemente não são definidos pelos próprios líderes da iniciativa, e sim por outros executivos.
Com o tempo, as pessoas começam a fraudar o orçamento e, se o líder não tiver uma conversa franca com a equipe e passar a se comprometer com estimativas que sabe ser irreais, a probabilidade de fracasso é alta.
Mais de 90% dos líderes de projetos consideraram essa questão difícil ou impossível de ser abordada.
2. Patrocinador ausente
Esse é o problema de 65% dos líderes de projetos: falta de apoio real em instância superior. A equipe, então, expõe-se muito e não tem poder para implantar a iniciativa.
Não raro, patrocinadores (sponsors) que deveriam entrar em batalhas políticas deixam os líderes se defendendo sozinhos.
Dentre os participantes da pesquisa, 88% dizem que conversas cruciais a esse respeito são difíceis, quando não impossíveis.
3. Prioridades ignoradas
A alta administração ou poderosos stakeholders podem ignorar processos formais de decisão, planejamento e definição de prioridades, como acontece a 83% dos líderes de projetos entrevistados. Afinal, não querem considerações práticas acerca do que têm em mente.
São, então, aprovados projetos para os quais não há recursos e a equipe não entrega o resultado almejado. Sua motivação é negativamente afetada.
Mais de dois terços dos entrevistados consideram uma discussão em torno desse tema difícil ou impossível.
4. Covardia
Ocorre quando líderes de projetos ou membros de equipe deixam de comunicar riscos detectados, como escassez de material e necessidade de prazo maior para entrega dos resultados.
Mais da metade dos líderes revelaram que enfrentam esse problema regularmente.
Quando alguém se omite e espera que outro se manifeste antes, para ser culpado pelo problema, está sendo covarde.
Quando os líderes agem assim, o status e a revisão do projeto se tornam brincadeira.
Todos, nervosos e calados, veem o projeto naufragar.
Uma conversa crucial dessa natureza é difícil ou impossível para 13% dos líderes de projetos entrevistados.
5. Erros na equipe
Dentre os líderes de projeto pesquisados, 80% enfrentam essa barreira.
Eles geralmente têm mais responsabilidade do que autoridade, pois tentam liderar grupos multifuncionais com pouca ligação hierárquica direta.
Resultado:
Membros da equipe não comparecem às reuniões, não seguem a programação ou carecem de competência para atingir objetivos ambiciosos.
Eles não podem ou não querem participar e apoiar o projeto. Sem autoridade, os líderes deixam de tratar o problema. Conversar sobre isso é difícil ou impossível para 76% deles.
O silêncio fracassa, como o título da pesquisa indica.
Às vezes, contudo, precisamos de estatísticas para nos apontar o que, no fundo, constatamos o tempo todo e está na epígrafe do primeiro capítulo de Conversas Decisivas: “O vazio gerado pela falta de comunicação é logo preenchido por veneno, bobagem e distorção” –são palavras do escritor britânico Cyril Northcote Parkinson.
Referências bibliográficas
GRENNY, J. et al. Crucial Conversations: tools for talking when stakes are high. Nova York: McGraw-Hill, 2002.
VITAL SMARTS e THE CONCOURS GROUP. Silence Fails: The Five Crucial Conversations for Flawless Execution. Provo: 2006.
Fonte: http://www.hsm.com.br/editorias/cinco-causas-do-fracasso-de-projetos
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Já deu vexame na festa da empresa?
A confraternização de fim de ano deve ser um momento de descontração, com bebida, música e muita risada, certo? Mas tome cuidado para não cometer nenhum deslize.
Depois de muitos meses de trabalho duro e suor, o fim de mais um ano se aproxima e, também, a confraternização da empresa. Um momento de descontração para relaxar e dar
risadas com todos os colegas de corporação, regado a muita comida, bebida e música. Apesar de tudo, trata-se de um ambiente convidativo para excessos e desastres – que podem afetar seriamente a imagem de cada um.
É normal acabar relaxando – e esse, aliás, é um dos propósitos dessas festas. No entanto, as pessoas se esquecem de algumas regras básicas quando estão em uma situação que, apesar de ser diferente do habitual, envolve colegas que vemos todos os dias. Bem, vamos às dicas:
Comportamento:
É normal do ser humano adaptar seu comportamento aos diferentes ambientes. As festas acabam virando centros de revelações, seja de comportamentos ou segredos. E isso pode custar mais caro do que você imagina. Qualquer comportamento ou atitude anormal pode lhe render algum apelido, o que muitas vezes não é nada fácil desvincular da imagem profissional. Você deve, sim, ficar mais relaxado, mas tome cuidado com os exageros e com o que fala, pois ainda está em um ambiente empresarial.
Comidas e bebidas
Geralmente, as confraternizações de fim de ano são verdadeiros banquetes e, como não poderia deixar de ser, muitas pessoas acabam comendo além da conta. Preste
atenção para não deixar que o olho fale mais alto que a barriga. É possível, sim, comer um pouco mais e não pagar mico. Uma dica é repetir pequenas porções, afinal, fazer montes de comida em um só prato não é lá muito bonito.
Quanto à bebida, a presença do álcool é comum – já que estamos lidando com adultos. Mesmo assim, algumas pessoas parecem ignorar suas responsabilidades e passam dos limites da sã consciência. Exagerar no álcool nunca é bom, em nenhuma situação. Todos sabem que a bebida é capaz fazer com que cometamos atos imperdoáveis.
Relacionamentos:
Algumas pessoas misturam “festa” com “balada”, pensando que a confraternização da empresa é o local ideal para se aproximar de alguém. A festa não é balada, ponto.
Não é o local ideal para paquerar ou dar uma investida naquela pessoa por quem se tem uma queda – por mais que o ambiente esteja descontraído. O propósito do encontro é recompensar os colaboradores pelo ano de trabalho. Só isso.
Fofocas também são proibidas. Embora seja comum ouvir cochichos pelos cantos, evite esse falar dos outros e, muito menos, fazer comentários maldosos. Além de ser perigoso, por estar em meio a muita gente (e isso ser passível de más interpretações), é totalmente antiético.
Se a festa permitir que você leve a família, leve. Apresente seu cônjuge e seus filhos aos colegas e aproveite.
Confraternizações, independentemente do tipo e do propósito,são para que brindemos e aproveitemos, cada um à sua maneira. Desde que sempre dentro dos limites.
Boas festas!
http://debernt.wordpress.com/2010/12/page/2/
Depois de muitos meses de trabalho duro e suor, o fim de mais um ano se aproxima e, também, a confraternização da empresa. Um momento de descontração para relaxar e dar
risadas com todos os colegas de corporação, regado a muita comida, bebida e música. Apesar de tudo, trata-se de um ambiente convidativo para excessos e desastres – que podem afetar seriamente a imagem de cada um.
É normal acabar relaxando – e esse, aliás, é um dos propósitos dessas festas. No entanto, as pessoas se esquecem de algumas regras básicas quando estão em uma situação que, apesar de ser diferente do habitual, envolve colegas que vemos todos os dias. Bem, vamos às dicas:
Comportamento:
É normal do ser humano adaptar seu comportamento aos diferentes ambientes. As festas acabam virando centros de revelações, seja de comportamentos ou segredos. E isso pode custar mais caro do que você imagina. Qualquer comportamento ou atitude anormal pode lhe render algum apelido, o que muitas vezes não é nada fácil desvincular da imagem profissional. Você deve, sim, ficar mais relaxado, mas tome cuidado com os exageros e com o que fala, pois ainda está em um ambiente empresarial.
Comidas e bebidas
Geralmente, as confraternizações de fim de ano são verdadeiros banquetes e, como não poderia deixar de ser, muitas pessoas acabam comendo além da conta. Preste
atenção para não deixar que o olho fale mais alto que a barriga. É possível, sim, comer um pouco mais e não pagar mico. Uma dica é repetir pequenas porções, afinal, fazer montes de comida em um só prato não é lá muito bonito.
Quanto à bebida, a presença do álcool é comum – já que estamos lidando com adultos. Mesmo assim, algumas pessoas parecem ignorar suas responsabilidades e passam dos limites da sã consciência. Exagerar no álcool nunca é bom, em nenhuma situação. Todos sabem que a bebida é capaz fazer com que cometamos atos imperdoáveis.
Relacionamentos:
Algumas pessoas misturam “festa” com “balada”, pensando que a confraternização da empresa é o local ideal para se aproximar de alguém. A festa não é balada, ponto.
Não é o local ideal para paquerar ou dar uma investida naquela pessoa por quem se tem uma queda – por mais que o ambiente esteja descontraído. O propósito do encontro é recompensar os colaboradores pelo ano de trabalho. Só isso.
Fofocas também são proibidas. Embora seja comum ouvir cochichos pelos cantos, evite esse falar dos outros e, muito menos, fazer comentários maldosos. Além de ser perigoso, por estar em meio a muita gente (e isso ser passível de más interpretações), é totalmente antiético.
Se a festa permitir que você leve a família, leve. Apresente seu cônjuge e seus filhos aos colegas e aproveite.
Confraternizações, independentemente do tipo e do propósito,são para que brindemos e aproveitemos, cada um à sua maneira. Desde que sempre dentro dos limites.
Boas festas!
http://debernt.wordpress.com/2010/12/page/2/
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
10 motivos para enfrentar os desafios no trabalho
Geralmente, quando o ser humano depara-se com o novo a primeira reação pode ser a resistência à mudança, pois não é fácil sair da Zona de Conforto. Mas quando isso se revela através de um desafio dado pela empresa a um funcionário, essa situação pode ser vista de duas formas pela pessoa.
A primeira como uma razão para colocar as mãos na cabeça e dizer a si: "Não vou conseguir. Estou encrencado".
A segunda alternativa é ver um trabalho desafiador como uma ótima chance de crescimento tanto pessoal quanto profissional.
Abaixo listo 10 bons motivos para que os colaboradores não vejam as atividades desafiadoras como um bicho de "sete cabeças".
1 - Quando alguém recebe um desafio, uma meta que precisa ser alcançada, ela é convidada a sair da chamada Zona de Conforto - responsável pela estagnação de talentos e podação do desenvolvimento humano.
2 - Ao ser convidado a participar ativamente de um trabalho desafiador, a pessoa observa que o seu potencial pode ir muito mais além do que ela mesma imagina e com isso, busca novos horizontes tanto pessoais quanto profissionais.
3 - Um desafio, quando bem confiado à pessoa certa, faz com que o profissional sinta-se valorizado pela organização. Afinal, o colaborador verá na prática que ele contribui para o crescimento e o sucesso do negócio.
4 - Ter a responsabilidade de desenvolver um trabalho desafiador significa que a empresa e o gestor confiam na capacidade do profissional. Isso estimula a motivação e aumenta a autoconfiança do indivíduo em si mesmo.
5 - Quem recebe um desafio no trabalho não deve considerá-lo como um obstáculo, mas sim como uma oportunidade de desenvolvimento. A partir dessa visão, o profissional tem a chance de desenvolver novas competências e aprimorar as que já "domina".
6 - O profissional que se vê diante de um desafio desenvolve a capacidade de superação. Quando isso ocorre, passa a se auto-avaliar antes mesmo que alguém o faça.
7 - Nada como colocar em prática o que foi "ensinado". Quem coloca o conhecimento que adquiriu, ao receber uma nova atividade desafiadora torna-se mais competitivo e mais maduro para enfrentar e superar possíveis problemas que surjam no caminho.
8 - Receber um desafio é ter a chance de mostrar o seu talento, sua capacidade de adaptação às mudanças. E ao concluir o trabalho, o profissional pode ter aberto as portas para o reconhecimento e, consequentemente, até mesmo ser cogitado para uma ascensão na empresa em que atua.
9 - Quando se supera um desafio, o profissional está preparado para enfrentar outras situações inesperadas porque evoluiu. Com o amadurecimento, a pessoa abre um novo leque para o desenvolvimento da carreira, além de aumentar a própria empregabilidade em um mercado cada vez mais competitivo.
10 - Caso o desafio seja dado a uma equipe, esse é um ótimo momento para estreitar relacionamento com seus pares, fortalecer a integração com os demais e estimular a troca de conhecimento. Isso porque, se alguém aprende com sua experiência a recíproca também é verdadeira.
Fonte:http://www.tpirh.com.br/dicas.php?id=c20ad4d76fe97759aa27a0c99bff6710
A primeira como uma razão para colocar as mãos na cabeça e dizer a si: "Não vou conseguir. Estou encrencado".
A segunda alternativa é ver um trabalho desafiador como uma ótima chance de crescimento tanto pessoal quanto profissional.
Abaixo listo 10 bons motivos para que os colaboradores não vejam as atividades desafiadoras como um bicho de "sete cabeças".
1 - Quando alguém recebe um desafio, uma meta que precisa ser alcançada, ela é convidada a sair da chamada Zona de Conforto - responsável pela estagnação de talentos e podação do desenvolvimento humano.
2 - Ao ser convidado a participar ativamente de um trabalho desafiador, a pessoa observa que o seu potencial pode ir muito mais além do que ela mesma imagina e com isso, busca novos horizontes tanto pessoais quanto profissionais.
3 - Um desafio, quando bem confiado à pessoa certa, faz com que o profissional sinta-se valorizado pela organização. Afinal, o colaborador verá na prática que ele contribui para o crescimento e o sucesso do negócio.
4 - Ter a responsabilidade de desenvolver um trabalho desafiador significa que a empresa e o gestor confiam na capacidade do profissional. Isso estimula a motivação e aumenta a autoconfiança do indivíduo em si mesmo.
5 - Quem recebe um desafio no trabalho não deve considerá-lo como um obstáculo, mas sim como uma oportunidade de desenvolvimento. A partir dessa visão, o profissional tem a chance de desenvolver novas competências e aprimorar as que já "domina".
6 - O profissional que se vê diante de um desafio desenvolve a capacidade de superação. Quando isso ocorre, passa a se auto-avaliar antes mesmo que alguém o faça.
7 - Nada como colocar em prática o que foi "ensinado". Quem coloca o conhecimento que adquiriu, ao receber uma nova atividade desafiadora torna-se mais competitivo e mais maduro para enfrentar e superar possíveis problemas que surjam no caminho.
8 - Receber um desafio é ter a chance de mostrar o seu talento, sua capacidade de adaptação às mudanças. E ao concluir o trabalho, o profissional pode ter aberto as portas para o reconhecimento e, consequentemente, até mesmo ser cogitado para uma ascensão na empresa em que atua.
9 - Quando se supera um desafio, o profissional está preparado para enfrentar outras situações inesperadas porque evoluiu. Com o amadurecimento, a pessoa abre um novo leque para o desenvolvimento da carreira, além de aumentar a própria empregabilidade em um mercado cada vez mais competitivo.
10 - Caso o desafio seja dado a uma equipe, esse é um ótimo momento para estreitar relacionamento com seus pares, fortalecer a integração com os demais e estimular a troca de conhecimento. Isso porque, se alguém aprende com sua experiência a recíproca também é verdadeira.
Fonte:http://www.tpirh.com.br/dicas.php?id=c20ad4d76fe97759aa27a0c99bff6710
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Cinco segredos para resolver problemas
Ter um método é fundamental para tudo o que se quer fazer na vida. Em especial, quando a questão é resolver problemas, os procedimentos devem ser cuidadosamente elaborados.
Quando alguém me traz um problema, uso para resolvê-lo um método que tem cinco importantes passos:
Passo 1: Esteja presente
Grande parte do sucesso de uma pessoa acontece simplesmente pelo fato de ela estar presente no local em que as coisas acontecem.
Se você ficar em seu escritório trabalhando com base apenas em relatórios, corre o risco de se alienar do que está acontecendo e, de repente, tomar um susto com qualquer catástrofe que surgir.
É preciso estar no lugar em que as coisas acontecem, ir à “cena do crime”, como dizem os investigadores. Você precisa fazer questão de conversar com as pessoas para conhecer suas dificuldades, insatisfações e angústias.
Passo 2: Escute com atenção
Com uma atitude positiva, deixe a pessoa que traz o problema desabafar e resista à tentação de justificar a ocorrência do problema. Tentar negar que ela tem uma dificuldade é pior ainda. E culpar o outro pelo problema é o começo de uma catástrofe.
As pessoas precisam ter espaço para contar sua história, principalmente no caso de já terem feito algum esforço que não foi suficiente para resolver suas dificuldades. Ouvir a pessoa com atenção vai fazer com que ela se sinta valorizada e diminuirá o estresse causado pelo problema.
Passo 3: Defina a solução que você pode oferecer
O palestrante João Pereira da Silva Jr. diz algo interessante: “Algumas vezes, você poderá ajudar menos do que o outro merece, mas tenha certeza de que ajudará muito mais do que outra pessoa faria”.
Defina o que você, sua empresa ou seu negócio podem dar como solução para algum problema do cliente. Fale como você vai resolver o problema da pessoa, mas mostre a ela também que você tem limites, ou seja, que há coisas que você pode fazer e há outras que não pode para resolver o caso.
Não gere falsas expectativas.
Passo 4: Desculpe-se de maneira adequada
A melhor maneira de começar a resolver um problema de seu cliente que tenha sido ocasionado por uma falha sua ou de sua empresa é assumindo o erro e pedindo desculpas.
Um pedido de desculpas verdadeiro e bem feito já resolve metade do problema, além de abrir os caminhos para que você resolva a outra metade.
Lembre-se: saber se desculpar quando erra apenas engrandece a pessoa, além de servir de excelente exemplo para que outros aprendam a seguir pelo mesmo caminho. É uma ótima maneira de começar a resolver um problema.
Por isso, em casos em que a responsabilidade pelo problema é sua ou de sua empresa, reconheça a falha e saiba pedir desculpas. Mas cuide para que seu pedido de desculpas seja legítimo e tenha a intenção verdadeira de resolver a situação.
Passo 5: Comprometa-se com a solução
Profissionais de sucesso não deixam nada pela metade. Eles consideram que a situação está encerrada somente quanto tudo o que havia para fazer já tiver sido feito. Durante todo o processo, eles estão presentes e acompanham o andamento das coisas.
Então, se você quer ter sucesso a partir da resolução de problemas, é preciso identificar o problema, encontrar uma solução e depois comprometer-se com ela, até que seja implementada completamente.
Implementar a solução pode ser algo executado por outra pessoa ou por você mesmo. Se você for o executor, deverá ir até o final do processo, até que tenha efetivamente resolvido o problema. Porém, se você apenas definiu a solução, mas não vai implementá-la pessoalmente, como profissional sensacional você deverá monitorar todo o processo para garantir que o que foi combinado aconteça de fato.
Seguindo esses cinco passos, você estará preparado não apenas para definir o problema de forma mais efetiva, mas também estará assumindo o seu compromisso com a solução.
Fonte: http://shinyashiki.uol.com.br/blog/2011/09/cinco-segredos-para-resolver-problemas/
Quando alguém me traz um problema, uso para resolvê-lo um método que tem cinco importantes passos:
Passo 1: Esteja presente
Grande parte do sucesso de uma pessoa acontece simplesmente pelo fato de ela estar presente no local em que as coisas acontecem.
Se você ficar em seu escritório trabalhando com base apenas em relatórios, corre o risco de se alienar do que está acontecendo e, de repente, tomar um susto com qualquer catástrofe que surgir.
É preciso estar no lugar em que as coisas acontecem, ir à “cena do crime”, como dizem os investigadores. Você precisa fazer questão de conversar com as pessoas para conhecer suas dificuldades, insatisfações e angústias.
Passo 2: Escute com atenção
Com uma atitude positiva, deixe a pessoa que traz o problema desabafar e resista à tentação de justificar a ocorrência do problema. Tentar negar que ela tem uma dificuldade é pior ainda. E culpar o outro pelo problema é o começo de uma catástrofe.
As pessoas precisam ter espaço para contar sua história, principalmente no caso de já terem feito algum esforço que não foi suficiente para resolver suas dificuldades. Ouvir a pessoa com atenção vai fazer com que ela se sinta valorizada e diminuirá o estresse causado pelo problema.
Passo 3: Defina a solução que você pode oferecer
O palestrante João Pereira da Silva Jr. diz algo interessante: “Algumas vezes, você poderá ajudar menos do que o outro merece, mas tenha certeza de que ajudará muito mais do que outra pessoa faria”.
Defina o que você, sua empresa ou seu negócio podem dar como solução para algum problema do cliente. Fale como você vai resolver o problema da pessoa, mas mostre a ela também que você tem limites, ou seja, que há coisas que você pode fazer e há outras que não pode para resolver o caso.
Não gere falsas expectativas.
Passo 4: Desculpe-se de maneira adequada
A melhor maneira de começar a resolver um problema de seu cliente que tenha sido ocasionado por uma falha sua ou de sua empresa é assumindo o erro e pedindo desculpas.
Um pedido de desculpas verdadeiro e bem feito já resolve metade do problema, além de abrir os caminhos para que você resolva a outra metade.
Lembre-se: saber se desculpar quando erra apenas engrandece a pessoa, além de servir de excelente exemplo para que outros aprendam a seguir pelo mesmo caminho. É uma ótima maneira de começar a resolver um problema.
Por isso, em casos em que a responsabilidade pelo problema é sua ou de sua empresa, reconheça a falha e saiba pedir desculpas. Mas cuide para que seu pedido de desculpas seja legítimo e tenha a intenção verdadeira de resolver a situação.
Passo 5: Comprometa-se com a solução
Profissionais de sucesso não deixam nada pela metade. Eles consideram que a situação está encerrada somente quanto tudo o que havia para fazer já tiver sido feito. Durante todo o processo, eles estão presentes e acompanham o andamento das coisas.
Então, se você quer ter sucesso a partir da resolução de problemas, é preciso identificar o problema, encontrar uma solução e depois comprometer-se com ela, até que seja implementada completamente.
Implementar a solução pode ser algo executado por outra pessoa ou por você mesmo. Se você for o executor, deverá ir até o final do processo, até que tenha efetivamente resolvido o problema. Porém, se você apenas definiu a solução, mas não vai implementá-la pessoalmente, como profissional sensacional você deverá monitorar todo o processo para garantir que o que foi combinado aconteça de fato.
Seguindo esses cinco passos, você estará preparado não apenas para definir o problema de forma mais efetiva, mas também estará assumindo o seu compromisso com a solução.
Fonte: http://shinyashiki.uol.com.br/blog/2011/09/cinco-segredos-para-resolver-problemas/
Manual de subir montanhas (Paulo Coelho)
A] Escolha a montanha que deseja subir: não se deixe levar pelos comentários de outros, dizendo “aquela é mais bonita”, ou “esta é mais fácil”.Você irá gastar muita energia e muito entusiasmo para atingir seu objetivo, portanto é o único responsável, e deve ter certeza do que está fazendo.
B] Saiba como chegar diante dela: muitas vezes, a montanha é vista de longe – bela, interessante, cheia de desafios. Mas quando tentamos nos aproximar, o que acontece? As estradas a circundam, existem florestas entre você e e seu objetivo, o que aparece claro no mapa é difícil na vida real. Portanto, tente todas os caminhos, as trilhas, até que um dia você está em frente ao topo que pretende atingir.
C] Aprenda com quem já caminhou por ali: por mais que você se julgue único, sempre alguém teve o mesmo sonho antes, e terminou deixando marcas que podem facilitar a caminhada; lugares onde colocar a corda, picadas, galhos quebrados para facilitar a marcha. A caminhada é sua, a responsabilidade também, mas não se esqueça que a experiência alheia ajuda muito.
D] Os perigos, visto de perto, são controláveis: quando você começa a subir a montanha dos seus sonhos, preste atenção ao redor. Há despenhadeiros, claro. Há fendas quase imperceptíveis. Há pedras tão polidas pelas tempestades, que se tornam escorregadias como gelo. Mas se você souber onde está colocando cada pé, irá notar as armadilhas, e saberá contorna-las.
E] A paisagem muda, portanto aproveite: claro que é preciso ter um objetivo em mente – chegar ao alto. Mas à medida que se vai subindo, mais coisas podem ser vistas, e não custa nada parar de vez em quanto e desfrutar um pouco o panorama ao redor. A cada metro conquistado, você pode ver um pouco mais longe, e aproveite isso para descobrir coisas que ainda não tinha percebido.
F] Respeite seu corpo: só consegue subir uma montanha quem dá ao corpo a atenção que merece. Você tem todo o tempo que a vida lhe dá, portanto caminhe sem exigir o que não pode ser dado. Se andar depressa demais, irá ficar cansado e desistir no meio. Se andar muito devagar, a noite pode descer e você estará perdido. Aproveite a paisagem, desfrute a água fresca dos mananciais e das frutas que a natureza generosamente lhe dá, mas continue andando.
G] Respeite sua alma: não fique repetindo o tempo todo “eu vou conseguir”. Sua alma já sabe isso, o que ela precisa é usar a longa caminhada para poder crescer, estender-se pelo horizonte, atingir o céu. Uma obsessão não ajuda em nada a busca do seu objetivo, e termina por tirar o prazer da escalada. Mas atenção: tampouco fique repetindo “é mais difícil do que eu pensava”, porque isso o fará perder a força interior.
H] Prepare-se para caminhar um quilômetro a mais: o percurso até o topo da montanha é sempre maior do que o que você está pensando. Não se engane, há de chegar o momento em que o que parecia perto ainda está muito longe. Mas como você se dispôs a ir além, isso não chega a ser um problema.
I] Alegre-se quando chegar ao cume: chore, bata palmas, grite aos quatro cantos que conseguiu, deixe que o vento lá em cima (porque lá em cima está sempre ventando) purifique sua mente, refresque seus pés suados e cansados, abra seus olhos, limpe a poeira do seu coração. Que bom, o que antes era apenas um sonho, uma visão distante, agora é parte da sua vida, você conseguiu.
J] Faça uma promessa: aproveite que você descobriu uma força que nem sequer conhecia, e diga para si mesmo que a partir de agora irá usa-la pelo resto de seus dias. De preferência, prometa também descobrir outra montanha, e partir para uma nova aventura.
L] Conte sua história: sim, conte sua história. Dê seu exemplo. Diga a todos que é possível, e outras pessoas então sentirão coragem para enfrentar suas próprias montanhas.
Fonte: http://paulocoelhoblog.com/2010/08/12/leitura-de-1-minuto-manual-de-subir-montanhas/
B] Saiba como chegar diante dela: muitas vezes, a montanha é vista de longe – bela, interessante, cheia de desafios. Mas quando tentamos nos aproximar, o que acontece? As estradas a circundam, existem florestas entre você e e seu objetivo, o que aparece claro no mapa é difícil na vida real. Portanto, tente todas os caminhos, as trilhas, até que um dia você está em frente ao topo que pretende atingir.
C] Aprenda com quem já caminhou por ali: por mais que você se julgue único, sempre alguém teve o mesmo sonho antes, e terminou deixando marcas que podem facilitar a caminhada; lugares onde colocar a corda, picadas, galhos quebrados para facilitar a marcha. A caminhada é sua, a responsabilidade também, mas não se esqueça que a experiência alheia ajuda muito.
D] Os perigos, visto de perto, são controláveis: quando você começa a subir a montanha dos seus sonhos, preste atenção ao redor. Há despenhadeiros, claro. Há fendas quase imperceptíveis. Há pedras tão polidas pelas tempestades, que se tornam escorregadias como gelo. Mas se você souber onde está colocando cada pé, irá notar as armadilhas, e saberá contorna-las.
E] A paisagem muda, portanto aproveite: claro que é preciso ter um objetivo em mente – chegar ao alto. Mas à medida que se vai subindo, mais coisas podem ser vistas, e não custa nada parar de vez em quanto e desfrutar um pouco o panorama ao redor. A cada metro conquistado, você pode ver um pouco mais longe, e aproveite isso para descobrir coisas que ainda não tinha percebido.
F] Respeite seu corpo: só consegue subir uma montanha quem dá ao corpo a atenção que merece. Você tem todo o tempo que a vida lhe dá, portanto caminhe sem exigir o que não pode ser dado. Se andar depressa demais, irá ficar cansado e desistir no meio. Se andar muito devagar, a noite pode descer e você estará perdido. Aproveite a paisagem, desfrute a água fresca dos mananciais e das frutas que a natureza generosamente lhe dá, mas continue andando.
G] Respeite sua alma: não fique repetindo o tempo todo “eu vou conseguir”. Sua alma já sabe isso, o que ela precisa é usar a longa caminhada para poder crescer, estender-se pelo horizonte, atingir o céu. Uma obsessão não ajuda em nada a busca do seu objetivo, e termina por tirar o prazer da escalada. Mas atenção: tampouco fique repetindo “é mais difícil do que eu pensava”, porque isso o fará perder a força interior.
H] Prepare-se para caminhar um quilômetro a mais: o percurso até o topo da montanha é sempre maior do que o que você está pensando. Não se engane, há de chegar o momento em que o que parecia perto ainda está muito longe. Mas como você se dispôs a ir além, isso não chega a ser um problema.
I] Alegre-se quando chegar ao cume: chore, bata palmas, grite aos quatro cantos que conseguiu, deixe que o vento lá em cima (porque lá em cima está sempre ventando) purifique sua mente, refresque seus pés suados e cansados, abra seus olhos, limpe a poeira do seu coração. Que bom, o que antes era apenas um sonho, uma visão distante, agora é parte da sua vida, você conseguiu.
J] Faça uma promessa: aproveite que você descobriu uma força que nem sequer conhecia, e diga para si mesmo que a partir de agora irá usa-la pelo resto de seus dias. De preferência, prometa também descobrir outra montanha, e partir para uma nova aventura.
L] Conte sua história: sim, conte sua história. Dê seu exemplo. Diga a todos que é possível, e outras pessoas então sentirão coragem para enfrentar suas próprias montanhas.
Fonte: http://paulocoelhoblog.com/2010/08/12/leitura-de-1-minuto-manual-de-subir-montanhas/
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