quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O jeito como você fala faz diferença

Desde que os gregos começaram a prestar atenção nas questões relacionadas à oratória, a forma como nos dirigimos às pessoas passou a ser fator de atenção.
O tempo passou, o mundo mudou, e nos deparamos agora, no início do século XXI, com o interesse da linguística e da comunicação sobre como nos expressamos quando estamos interagindo com outras pessoas.
Para estas ciências, não saber sobre a intensidade, o poder das palavras e também do tom de voz que escolhemos para determinadas situações, é deixar de lado competências que podem interferir positivamente na vida profissional ou mesmo nos relacionamentos de cunho pessoal.
Muitas vezes sem saber, usamos recursos da fala que, se forem conhecidos e usados com sabedoria, podem nos fazer mais queridos ou com a capacidade de convencer alguém de nossos projetos e ideias.
Para isso, a linguística tem uma teoria que faz par com a etiqueta e que vale a pena conhecer, a Teoria da Polidez. Como o próprio nome diz, essa teoria, que começou a ser estruturada nos anos 50, se detém no quanto a cortesia na forma de se expressar pode auxiliar no relacionamento entre as pessoas.
A hipótese principal é a de que a cortesia diminui a possibilidade das pessoas sentirem-se ameaçadas ou desconfortáveis quando nos ouvem; e vai além dos convencionais “por favor” e “muito obrigado”.
A função da cortesia ou polidez, neste contexto, é de minimizar algo desagradável, que ocorre ou pode ocorrer durante nossas interações. Usando-se para isso, certos recursos que mostram respeito e consideração pelo outro.
Para a teoria da Polidez, a cortesia permite que se diga indiretamente o que se quer dizer ou pensa, sem o risco de parecer uma ameaça ou inapropriado.
Pode-se dizer que quando você utiliza a polidez, evita conflitos, suaviza as interações sociais e assegura a harmonia.
Para simplificar, a Teoria da Polidez elenca algumas estratégias que, se usadas quando estamos interagindo com outras pessoas, permitem uma condição positiva para sermos ouvidos e melhor entendidos. Algumas delas são:

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Mostre-se interessado pelos desejos e necessidades do outro. Perguntar sobre as pessoas, sem entrar em detalhes, é sempre sinal de cortesia.
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Se puder, exagere nas demonstrações de interesse, aprovação e simpatia. Pessoas que mostram claramente prazer quando estão interagindo com outras são mais queridas.

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Procure fazer acordos e evite desacordos. Na vida profissional e social, a melhor condição é quando as duas pessoas sentem que saíram ganhando, seja nos negócios ou em pequeninos acordos domésticos.

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Pressuponha e procure pontos em comum com as pessoas. As diferenças só servem para afastar e impor dificuldades.

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Explicite e pressuponha o conhecimento sobre os desejos do outro. Falar: Eu entendo seu lado, estou com você e eu penso da mesma forma ajudam no diálogo.

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Inclua os ouvintes na atividade que esta realizando. Falar a quem chega sobre o que está sendo falado é sempre muito cortez.

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Seja indireto nas observações, nunca diga: eu detesto, odeio ou acho um lixo. Atenuar as expressões que se usa é mais prudente e elegante.

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Peça desculpas, este é um sinal claro de empatia.

Usar de polidez é mais do que contemporâneo, pode-se dizer, sem exageros, que é fashion.
Num mundo globalizado, ações que garantam o sucesso não são apenas para “inglês ver”, devem ser praticadas e exigidas nos nossos relacionamentos.
Afinal, se é moda a sustentabilidade é super moda ser polido.

Fonte: Emprego Certo

Como se manter atraente para o mercado de trabalho

Não basta ser competente, é preciso ser atrativo ao mercado de trabalho. É o que garante Laerte Cordeiro, especialista da Laerte Cordeiro Consultores em Recursos Humanos, ao indicar que os profissionais devem ficar atentos ao seu nível de empregabilidade. "Empregabilidade é o nível de atendimento, por parte de qualquer executivo, das contínuas e mutáveis exigências profissionais impostas pelo mercado de trabalho", diz. A receita para os executivos atuais é, então, manter um conjunto integrado de qualificações que as empresas procurem, seja no mercado ou em seu próprio quadro de funcionários.

"Hoje em dia, não basta ser competente e ter conhecimento técnico na área de opção para assegurar alta empregabilidade. O mercado exige também a competência gerencial que leva a resultados e a competência humana e cultural que resulta numa relação produtiva com pessoas e organizações", explica.

O problema, segundo o especialista, é que muitas vezes as pessoas só se preocupam com a empregabilidade na hora que têm de procurar um novo emprego. "A recomendação é que todo executivo procure testar sua empregabilidade e aprenda a enfatizar seus pontos fortes. A acomodação pode levar a um desastre na carreira."

Dicas

Para ajudar a manter a empregabilidade nas alturas, o especialista dá cinco dicas de ouro:

- Ver e ser visto é essencial. Ir a eventos de headhunters ajuda a saber o que o mercado esperado profissional e, assim, se preparar para se encaixar em vagas futuras.

- Estar de olho nas vagas de emprego, mesmo sem estar procurando uma nova posição, é importante. O profissional fica a par do que o mercado exige na hora de trazer um novo funcionário ao quadro.

- Congressos, simpósios, reuniões, palestras e fóruns que tragam ao conhecimento o que as empresas de determinada área espera de seus executivos é de grande importância. Também, pesquisar em livros e revistas especializados em gestão de pessoas ajuda a saber sobre as inovações dos processos de recrutamento e o que os recrutadores entende como bons profissionais.

- Manter o currículo turbinado é fundamental. Assistir a cursos e a palestras em sua área de atuação permite ao executivo estar bem-preparado para alçar novos vôos.

- Manter abertos os canais de networking para que as pessoas informem o que acontece à volta, no mercado de trabalho, e o que as empresas requisitam, é outra atitude recomendada.

Empregabilidade a mil

Estas são algumas características que fazem parte do repertório de um profissional com a empregabilidade a mil:

- Alta escolaridade formal.
- Investimento pessoal no aprimoramento profissional.
- Conhecimentos sólidos em tecnologia da informação.
- Proficiência em inglês e espanhol.
- Experiência profissional.
- Trajetória coerente de ascensão hierárquica.
- Competência no relacionamento interpessoal.
- Bons conhecimentos gerais.
- Bom relacionamento interpessoal.
- Visão globalizada.
- Conhecimentos de técnicas gerenciais modernas.

Fonte: http://www.canalrh.com.br/Mundos/gestaocarreira_artigo.asp?o=%7b82CE6822-8106-4AA7-9D32-BEA7AD390C9E

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Pela ótima empregabilidade

Antes de qualquer coisa, posso afirmar que não existe o "emprego perfeito", mas, sim, o mais adequado ou "ótimo" para você.
Algumas pessoas consideram que ótimo emprego é o que proporciona os maiores ganhos financeiros ou materiais, status, poder, exposição ou crescimento profissional. Nada poderia estar mais distante da verdade.
Um ótimo emprego, na minha definição, inclui os seguintes pontos, ou a maioria deles. Pense nisso quando avaliar o emprego que deseja ou o que já possui:
1. Utiliza suas reais competências, baseadas no auto-conhecimento.
2. Possibilita sua evolução, aprendizado e crescimento como um todo.
3. Faz você se sentir realizado profissionalmente e o aproxima cada vez mais da sua vocação (palavra que vem do latim vocare, que significa "chamado" ou "voz interna") e da sua missão.
4. Eleva sua autoestima, os sentimentos ou sensações positivas de bem-estar e lhe permite executar seu trabalho com equilíbrio.
5. Proporciona um ambiente de trabalho onde reina o coleguismo e teamwork, mas que respeita e admite a expressão das suas características próprias e do seu talento.
6. Oferece compensação, como salários, benefícios, bonus e outras formas de reconhecimento, baseada em meritocracia, senso de justiça e transparência.
7. Tem um job content, ou descrição do trabalho, que potencializa e otimiza suas qualificações, competências, aptidões, dons e talentos.
8. Apresenta dentro da empresa uma cultura adequada e compatível com os seus valores, crenças e identidade social.
9. Possibilita a você ter "química" com o seu chefe, ou pelo menos identificação ou compatibilidade de personalidades, mas, principalmente, respeito mútuo.
10. Acredita que a felicidade ajuda a trazer resultados, em vez de o resultado trazer a felicidade.
11. Permite a você a sensação de "pular da cama toda manhã" e saia de casa para trabalhar integralmente como indivíduo, que significa um ser "não-divisível", com o seu corpo, mente e alma juntos.
12. Confere-lhe condições para você ser uma pessoa mais proativa do que reativa.
Embora muitos de nós estejamos cientes, de um modo ou de outro, desses pontos, posso afirmar que a maioria dos empregos é obtida de uma forma reativa, não necessariamente tendo esses critérios como fatores de escolha.
Ao analisar qualquer currículo, posso facilmente verificar que a maioria dos empregos citados foram obtidos por meio de anúncio de jornal, por indicação de um amigo, convite de um ex-chefe ou via headhunter. Em outras palavras, uma oportunidade foi apresentada, provocando uma reação do candidato. Se reagiu, é reativo.
É muito raro alguém proativamente ir atrás do emprego que melhor condiz com suas habilidades, momento e vocação.
Quantas pessoas você conhece que escolheram efetivamente a empresa, a posição, o chefe e a remuneração de forma proativa?
Essa é a diferença entre ir atrás do emprego (reativo) e ir atrás da sua empregabilidade (proativo).
Empregabilidade significa você investir nas habilidades, competências e qualidades que você tem, aperfeiçoando-as, a fim de melhorar suas condições de competitividade na hora de procurar um novo emprego ou de crescer no seu atual. É um investimento em você mesmo - técnica, comportamental, visual, intelectual, cultural e pessoalmente - para apresentar-se da melhor forma possível. Em outras palavras, é você proativamente mostrar ao mercado, ou ao seu atual superior, o que você tem de melhor para oferecer.
Foque mais a empregabilidade do que o emprego!
Seja proativo, pois isso vai fazer uma imensa diferença!

Fonte: http://www.hsm.com.br/artigos/pela-otima-empregabilidade

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Agir pelo futuro da sua carreira

Vivemos um momento de mudanças constantes. Muito do que ontem era diferencial, hoje é essencial — sem força de expressão.
Para acompanhar essa evolução acelerada do mercado, o profissional precisa estar constantemente atualizado, e mais, não deixar de pensar no futuro da sua carreira. Se sua rotina hoje é ir de casa para o trabalho e do trabalho para casa, atenção, isso deve servir como um alerta: está deixando a sua carreira parar.

Não há nada mais prejudicial para o desenvolvimento profissional que não pensar em evoluir.

Essencial fazer um planejamento de carreira, pensar no que quer para daqui a cinco, sete anos, mas, o erro de muitos tem sido não começar colocar as ações em prática hoje. “Ótimo pensar em ações a serem tomadas no futuro, mas nisso, acaba se esquecendo de atitudes que precisam acontecer hoje. Não adianta pensar só para daqui cinco anos. E hoje, o que você está fazendo pela sua carreira?”, questiona o gerente da Foco RH, Rudney Pereira Jr.

Graduação, cursos de especialização, cursos livres, idiomas - cada um sabe, ou deveria, qual é a maior carência da carreira atualmente.

A consultora do Grupo DMRH, Tais Amaral, levanta alguns pontos a serem praticados por profissionais, independente da área de atuação.

-Conhecer o mercado, saber o que está acontecendo na sua área de atuação e nas áreas correlatas

-Estar por dentro das atualidades


-Ter conhecimento das mais renomadas instituições para sua área específica e os cursos em destaque no mercado


-Ter um bom networking e não acioná-lo apenas quando precisa, pelo contrário, manter sempre contato e trocando ideias


-Ter um segundo idioma - o inglês é essencial, se já o domina, não deixe de praticar. No caso de buscar um terceiro idioma, estude algo que faça sentido para sua carreira

"Não tenho condições"

A conhecida frase: “Não tenho condições de pagar um curso” é, segundo Rudney, discutível. “Hoje temos uma infinidade de cursos gratuitos ou de fácil acesso. São cursos de idiomas, online, de especialização, enfim, basta ir atrás disso. Tem de ter proatividade, boa vontade de perder algumas horinhas procurando, lendo os comentários sobre o curso”, aconselha o especialista.

O tempo sim é algo indispensável. “Não adianta querer estudar se não tem tempo de se dedicar a isso. Não significa que você terá de ficar horas em cima dos livros, mas é preciso dedicação, levar a serio”, aponta Rudney.

Tais afirma que, infelizmente, a mentalidade de muitos profissionais ainda é “me formei, já está bom”, e com isso perdem ótimas oportunidades.
Aqueles que saem na frente, que não deixam o comodismo tomar conta têm chances redobradas, além de ganharem destaque e apreço do mercado.

“Ouvimos muito a frase: ‘a empresa não me paga um curso’, essa chave precisa mudar. O profissional tem de ir à busca do seu crescimento e não ficar sentado esperando que isso chegue até ele”, aponta Tais.

A questão levantada pela consultora é muito interessante. Antes, o planejamento e a própria carreira ficavam a cargo da empresa, os profissionais tinham certo que eram as organizações as grandes responsáveis pelo desenvolvimento de cada um. Hoje, se fala o contrário, que o profissional é o grande condutor da sua carreira, é dele essa responsabilidade.

Para Rudney, há uma pequena lacuna entre esses dois cenários. “O profissional é sim o grande responsável pela sua carreira, no entanto, a empresa tem parte nisso também.

A partir do momento em que o profissional vê que a organização onde trabalha não oferece os desafios necessários para a sua evolução, ele precisa recuar, e talvez, até mesmo mudar de emprego”, opina. “Muitos vivem a vida inteira se queixando de uma empresa que não lhe apresenta cenários de desafios, mas nada fazem para que isso mude ou para mudar isso. Reclamar sem ação não leva a lugar algum”, alerta Rudney.

Seja diferente, acrescente
Já sabemos - as companhias querem cada vez mais e também podem oferecer perspectivas melhores. Como sede da Copa do Mundo e das Olimpíadas, o Brasil promete um aquecimento histórico do mercado, e muitos especialistas já falam de um apagão de mão de obra qualificada - resultado exatamente da falta de especialização e atualização profissional.

Então, seja você um dos escolhidos para estar entre os melhores, os preparados. Busque trabalhar hoje o futuro de sua carreira e não deixe isso a cargo de ninguém. “Hoje em dia, o conhecimento técnico é muito equiparado, o que realmente vai diferenciar um profissional é o que ele é, além disso, o quanto ele tem a agregar para a empresa e para o mercado”, finaliza Tais.

Fonte: Emprego Certo

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

10 anos mais jovem em 17 dicas , para quem tem mais de 40 anos !!

Freqüentemente recebo apelos de executivos dizendo que não sabem como lidar com questões de discriminação relacionada a idade. Eles querem saber como manter sua vantagem competitiva em relação aos concorrentes mais jovens.

Legal ou não, a discriminação pela idade, é algo que você vai ter que enfrentar quando estiver aperfeiçoando sua estratégia de networking, seu curriculum e seu marketing pessoal.

Qual a idade que você passa quando está sendo entrevistado? Mesmo não mostrando datas no Curriculum, é fácil calcular a sua idade baseado na data de sua formatura ou mesmo no tempo que você esta trabalhando. No entanto, eis a verdade: Percepção é a nova realidade.

Aprenda a arte de ser percebido como mais jovem, bem como parecer mais jovem. O importante é entender que, neste tema de empregabilidade executiva, juventude é algo que vai além da percepção visual.

É justo? Será que é legal? E o mais importante, você deve se preocupar com isto? Se você tem mais de 40 anos, você precisa ler o que se segue.

Há mudanças constantes nas empresas. Patrões podem usar a magia da palavra “demissão” como se fosse um cheque em branco que pode ir ao fogo a qualquer momento por qualquer motivo. E pode-se atacar a alta gerência – jogar os trabalhadores seniores na fogueira, cujos altos salários e grandes egos já superaram em muito as boas-vindas dos primeiros dias na empresa.

Então, de volta ao tema da idade.
Enquanto muitos trabalhadores aprenderam que uma boa aparência e um terno bem cortado podem representar uma boa ajuda rumo ao sucesso no trabalho, mas muitos não conseguem enxergar que cultivar a percepção da juventude é igualmente uma parte importante da equação.

Ser percebido como mais jovem está no vocabulário, na linguagem corporal e no olhar. E eis um segredo: Estas regras aplicam-se mais ainda quando seu chefe tem sua idade ou é até mais velho. Não se trata de seguir um roteiro para impressionar alguém mais jovem. Seja qual for a idade de seu chefe ou entrevistador, você precisa criar uma percepção de jovialidade sobre si mesmo. Caso contrário, haverá alguém mais rápido no computador e com conhecimentos de cultura contemporânea, que ficará muito feliz em preencher a oportunidade a que você se candidata.
A esta altura você já deve estar se perguntando: Então, como se faz isso? Aqui estão algumas dicas, use-as para se lembrar como chamar a atenção do seu próximo empregador enquanto aqueles que estão ao seu redor estão perdendo sua jovialidade:

Regra # 1: Se você tem mais de 40 anos, quero você no Facebook e Linkedin hoje!
Não tem amigos lá? Você já tem um: basta me adicionar. Se você não sabe como usá-lo, peça a seus filhos ou outro colega te ensinar. Deixe esta mesma pessoa te ajudar a escolher sua foto no perfil. Sério mesmo. Você sabia que o novo Outlook 2010 “puxa” as informações do Facebook e Linkedin? Hoje acho muito estranho quando recebo e-mails de profissionais que não conheço e não há informação disponível das mídias sociais que o Outlook deveria ter puxado. Denota claramente que é alguém “fora do contexto”.

Regra # 2: Conheça e use com freqüência o Google e a Wikipedia.
Marque-os em seu computador e defina-os um como sua página inicial.
Regra # 3: Assista alguns episódios de “Two-and-a-half-Man“.
Discuta. Reveja.

Regra # 4: Vá até uma loja que tenha os iPad’s.
Pelo menos, aprenda a diferença entre um iPad, iPod, Galaxy e Smartphone e você já estará no caminho certo.

Regra # 5: Aprenda a usar SMS (mensagem no seu celular).

Regra # 6: Não use papel.
Jovens lêem suas notícias on-line – eles não lêem jornais. Portanto, não carregue um jornal em papel para uma entrevista, nem deixe ser visto lendo isto no escritório, como se você fosse o papai ou mamãe de alguém.

Regra # 7: Não resmungue.
Esta é fácil. Mas é impressionante como isto se relaciona com idade avançada. Pare de reclamar de seu antigo empregador e de suas antigas dificuldades. Seja positivo.

Regra # 8: Faça contato olho-a-olho.
O contato visual é muito importante para ser percebido de forma mais jovial, não tenha receio!

Regra # 9: Raramente faça comentários sobre seus filhos, especialmente os piegas.

Regra # 10: Vá para a academia.
Ou pelo menos diga que você costuma ir.

Regra # 11: Não fale sobre os anos 80’s e 90’s.
Não use frases tais como: “no meu tempo”, “na minha época”. Nunca!

Regra # 12: Inicie um Twitter, seja fã de um Blog.
Procure imediatamente saber como funcionam.

Regra # 13: Sorriso Colgate
Recebo muitas cartas de pessoas que simplesmente não entendem que ter os dentes manchados de café não ajuda em nada na hora da entrevista. Pare de enrolar, compre a super-pasta clareadora (use a marca de sua preferência) e clareie os dentes. Então sorria. Sorrir faz você olhar e se sentir mais jovem – e não amargo, velho e desempregado. Não me importo se você realmente está amargo, velho e desempregado. É uma questão de percepção, lembra?

Regra # 14: Pratique “soar jovem” no telefone.
Faça uma pesquisa de quantos anos você parece ter ao usar o telefone, pratique com um amigo. Uma dica: Não fale tão alto, mas de forma mais vigorosa. Isso é crucial. Na mesma linha de pensamento, certifique-se seu papo não é muito longo ou entediante. Tudo que você precisa é parecer curto e suave, com atitude positiva.

Regra # 15: O vestuário é muito importante: Vista-se sempre de forma apropriada para sua a idade.
Nenhum homem com mais de 40 deve usar camisa apertada, por exemplo.

Regra # 16: Dê uma boa e longa olhada no seu penteado.
Meu conselho é perguntar a um estranho a opinião dele ou dela. Alguém que gosta de você não vai querer ferir seus sentimentos e, infelizmente, isso não vai ajudá-lo. Uma coloração esquisita de cabelo, tanto para homens ou mulheres pode estragar a aparência. Creio que você concorde que colorir cabelo para os homens raramente funciona. Homens, não exagerem em sua busca por um penteado novo – apenas apare os pelos de seu nariz e orelha que você já estará no caminho certo. Mulheres: tirem ou clareiem os pelos faciais.

Regra # 17: Passar colônia e perfumes em excesso.
E já que tocamos neste tema, use desodorante neutro. Desta forma uma fragrância suave poderá ser agradavelmente percebida.

Ok … Sentiu-se mais jovem, ou apenas nivelou?
Confie em mim, talvez tenha conseguido tirar 15 anos do jeito que você vem tocando sua vida. Sim, sei que algumas coisas que citei acima aqui são cosméticas, ou parecem picuinhas ou controversos, mas a maioria não é. Trata-se de percepção… e percepção é a nova realidade.

Fonte: http://www.exgv.org.br/w/2010/12/10-anos-mais-jovem-em-17-dicas-2/

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

SETE COMPETÊNCIAS QUE FAZEM DIFERENÇA

Com toda essa revolução no mundo do trabalho, nós temos encontrado diversos profissionais muito bem preparados, competentes, à disposição do mercado.

As oportunidades estão mais escassas e a disputa muito acirrada. Muitos, inclusive diante da demora em encontrar uma boa recolocação, já reduziram suas pretensões salariais, aceitando, até mesmo posições menos importantes!

O mercado continua recebendo gente recém-formada, pequena parte com formação destacada; muita ambição; determinação e ousadia!

Ficam algumas indagações, no ar, sobre quais competências são as mais decisivas nessa busca de um novo emprego nesse momento em que o mercado começa a reagir de maneira mais clara. O que faz diferença?

Enumeramos algumas competências, que nos parecem mais exigidas pelo mercado, agora, ainda mais exigente e muito mais seletivo. Tais competências (algumas delas tradicionalmente exigidas) nos parecem decisivas na ampliação da empregabilidade:

1- ATITUDE PROATIVA

Profissionais com bastante iniciativa e visão clara de seus papéis na sua vida fazem diferença! Muito bom constatar numa entrevista que o profissional avaliado consegue mostrar-se protagonista e não apenas figurante na busca de emprego.

Quando ele não tem clareza de seus valores; não esboçando sua visão e não especificando sua Missão Pessoal, ele torna-se frágil e não nos convence.

Fica difícil encaminhar para as empresas, clientes, candidatos sem metas e objetivos claros em sua vida. Esses não têm rumo certo em sua trajetória e não acenam com o devido comprometimento.

2- CAPACIDADE DE RESILIÊNCIA

Quem enfrenta situações difíceis, de forma equilibrada, mostra maturidade e superação!

Quando um profissional suporta pressões, críticas e momentos adversos, sem se perder em stress e dores de cabeça, vê-se que ele pode receber missões mais desafiadoras e complexas!

Profissionais resilientes não se abatem, perdendo o humor, diante de uma situação de insucesso, antes aprendem com os erros!

3- PESSOAS MOTIVADAS, POSITIVAS

O mercado quer profissionais com brilho nos olhos; gente que descobre no seu trabalho satisfação em razão de cada conquista obtida!

Todos querem profissionais que vejam o copo meio-cheio e não meio vazio! Ter pessoal na equipe, com essa postura, faz enorme diferença, pois com esse espírito, as dificuldades e os desafios são vistos como oportunidades de crescimento e não como castigo e infelicidade.

Há poucos dias, numa recepção de um consultório ouvi dois comentários sobre um acidente que a recepcionista contou ter sido vítima, quando um carro que saía de uma garagem esbarrou nela, jogando-a ao chão, embora sem nenhum ferimento grave. Ela disse aos que ali estavam: isso só acontece comigo! Uma senhora, ao lado, falou para mim: puxa, que sorte dela não ter se machucado quase nada!

4- PESSOAS COM SOLUÇÕES E NÃO COM PROBLEMAS

Terrível perceber numa entrevista de avaliação de profissionais, como alguns expõem sua história, destacando seu azar nas empresas por onde passaram: essa fechou as portas no Brasil; aquela dispensou na crise os que foram contratados mais recentemente e ele foi premiado; naquela outra houve uma grande reestruturação e ele foi incluído na dispensa!

Que bom identificar profissionais com visão e com idéias criativas, mostrando que por onde passaram deixaram realizações e marcaram sua presença de forma colaborativa e produtiva!

Esses nos passam os nomes de pessoas para referências, sem pestanejar, citando seus fones e e-mails rápido, sem gaguejar!

5- GENTE COM POSTURA CLARA, LÓGICA, TRANSPARENTE

Ao avaliar um candidato, antes de tudo, procuramos descobrir nele seus pontos fortes, suas forças e realizações.

Não somos daqueles que, nos processos de avaliação, focam, antes de tudo as limitações e fraquezas, ainda que isso seja observado, sempre, pois há limitações e fraquezas que interrompem os processos seletivos, pois elas ameaçam qualquer ambiente!

A capacidade de se comunicar, com raciocínio lógico, com começo, meio e fim, sem dúvida, é o primeiro passo para que alguém possa causar uma boa impressão inicial, deixando uma marca positiva em um clima de gradativa empatia!

6- GENTE COM MENTE ABERTA, FLEXÍVEL

Quando um candidato se mostra aberto, flexível, a entrevista deslancha, favorecendo suas colocações objetivas e informações pertinentes sobre sua história pessoal e sua história profissional.

Em geral, candidatos, com conteúdo, evitam a utilização de frases-clichês, repetindo o que leram nos manuais, ou que ouviram nos cursos e textos do Max Gehringer, Marins, Shyniashiki, ou os tradicionais chavões das revistas mais conhecidas, como: Você; Vencer, Exame etc.

Quando se trata de cargos mais estratégicos, espera-se dos entrevistados visão mais profunda dos temas , tais como: planejamento de carreira; visão de negócios; sistemas avançado de gestão de empresas nacionais e multinacionais; formação de times; fatores motivacionais; tratamento de conflitos; comunicação organizacional; planejamento estratégico; negociações ganha-ganha; lean manufacturing; otimização de processos de gestão administrativa ou da manufatura.

Muito bom, quando encontramos candidatos familiarizados com esses temas, não se limitando a ler textos de revistas com sínteses sobre essas questões de gestão.

Quem busca oportunidades especiais, em geral, já leu, ao menos, O Monge e o Executivo; A Arte da Guerra; O Gerente Minuto; Inteligência Emocional; O Mundo é Plano; O Segredo de Luísa; A Meta; Sete Hábitos das Pessoas Eficazes; alguns mais evoluídos já se aventuraram a ler Peter Drucker ; Tom Peters; Michael Porter; Domenico Di Masio; Peter Senge; Douglas MacGregor; Gary Hammer; Kottler; Paul Hersey; Daniel Goleman; H. I. Ansoff; Prahalad; R.Levering, além das dicas de gestão do Professor Falconi , etc.

7- PESSOAS DESARMADAS, DISPOSTAS A CRESCER

ao nos depararmos com candidatos assertivos, sem pré-julgamentos, com boa história de busca do seu auto-conhecimento, sentimo-nos em terreno firme.

Vez por outra, sentimo-nos incomodados com a postura de candidatos, com respostas evasivas; inseguras. Isso é muito comum com aqueles que ficaram longos anos numa mesma empresa e que ainda raciocinam como se estivessem no cargo anterior.

Esses buscam novas oportunidades, onde possam desfrutar de benefícios e salários similares aos que recebiam anteriormente. Essa atitude perdura, nos primeiros meses, até que o candidato, cansado de receber respostas negativas, acorda dessa letargia e, então, descobre que o tempo anterior se findou, só restando partir para novos rumos para sobreviver, superar-se e certamente crescer!
Muitos não entendem por que motivo esse longo tempo de casa o prejudica na busca de nova recolocação, mas a realidade nos mostra que poucos, com esse histórico, estão dispostos a investir no crescimento e começar de novo!

Mais fácil contratar alguém com menos resistência, desarmado, que queira assumir novas responsabilidades, sem essa saudade mórbida e desconfortável do passado... (antigamente se dizia que era saudade das cebolas do Egito, em alusão aos judeus que no êxodo rumo às novas terras sentiam saudades da comida do Egito, onde havia cebola à vontade...).

Antonio Carlos Vaz de Lima (Comentários ou sugestões para animarh@terra.com.br)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Fique atento: o profissional que você é; reflete a pessoa que você é!

Você chegou à meia idade! Muito provavelmente têm filhos adolescentes, pais idosos, é líder de uma equipe de trabalho e vem sendo exigido por todos os lados! Tanto os filhos quanto os pais e liderados recorrem a você em muitas situações para conduzi-los e tomar decisões de risco.

Então, deveria estar com equilíbrio emocional e financeiro e já com maturidade profissional para desempenhar o papel de líder que você conquistou ao longo dos anos. No ápice de suas responsabilidades, você às vezes se sente só e bombardeado por preocupações e rotinas severas exigidas pela vida moderna.

Acredite-me: se estiver feliz e realizado profissionalmente esta carga será sentida de forma mais branda e você se doará aos seus entes queridos e à sua equipe de trabalho sem esquecer-se de você. Agora, se chegou até aqui sem uma realização profissional e certo conforto financeiro esta carga pesará sobre seus ombros trazendo muita insatisfação pessoal.

Desconhecemos tanto para melhorar nossa vida profissional e pessoal! Somos caseiros e não temos processos pensados e validados para realizar nosso trabalho, e deixamos de buscar estas respostas através do estudo, da utilização de nossos recursos e da ação.

Com um período promissor pela frente devido ao boom econômico e a necessidade de profissionais mais especializados e com competências comportamentais trabalhadas, é inaceitável que não nos debrucemos sobre as questões de nosso desenvolvimento profissional.

Como o trabalho ocupa a maior parte do tempo de nossas vidas, é possível concluir que nosso bem-estar pessoal está indiscutivelmente relacionado ao nosso desempenho e reconhecimento profissional. Devemos buscar qualidade de vida e pensar no nosso lazer, família, saúde e recreação. Mas considero difícil conseguir um equilíbrio na vida pessoal se não há satisfação com o andamento de nossa carreira e realizações como profissional.

Observe-se:
1. Qual sua rotina diária e semanal?
2. Você posterga suas atividades? Você entrega tudo o que promete?
3. Você se reúne com seus colaboradores ou colegas de equipe quinzenalmente para falar sobre o andamento do trabalho?
4. Você avalia seus pontos fortes e fracos?
5. Você tem metas definidas e utiliza seus recursos para atingi-las?
6. O que diferencia você de outros profissionais de sua área?
7. Você busca os conhecimentos que não tem? Pesquisa na internet, lê jornais, revistas e livros especializados?
8. Utiliza os novos recursos tecnológicos como softwares próprios de sua área, internet, sites de relacionamentos, e-mail, MSN, Skype ou está resistindo de forma onipotente a aceitá-los?
9. Há quanto tempo não assiste a uma palestra ou faz um curso presencial/on-line?
10. Você se relaciona com profissionais de sua área? Mantém seus contatos atualizados?
11. O que está impedindo você de alcançar uma vida mais tranquila e feliz?
12. Por que ainda não realizou alguns sonhos como uma nova casa, uma viagem, melhor alimentação, melhor qualidade de vida, e se relaciona melhor com as pessoas?

Não se engane: o profissional que você é reflete a pessoa que você é! Portanto, buscar soluções para desenvolver competências técnicas ou comportamentais como perseverança, determinação, trabalhar bem em equipe, melhora de seu processo decisório e seu planejamento de carreira vai fatalmente levá-lo a transformações de comportamento que você tem perseguido.

Acredito firmemente que como passamos a maior parte de nossa vida diária no trabalho e agindo como profissionais, nossa performance no trabalho merece uma atenção constante. Pode parecer uma inversão do que se prega ultimamente, mas a qualidade de vida e bem-estar pessoal vem da nossa satisfação e reconhecimento do trabalho como profissional e não vice-versa.

Um bom processo de reflexão e ação conduzido por um profissional especializado e certificado em Coaching Executivo vai desvendar seus potencias para transformá-lo no profissional que você precisa ser e na pessoa que você realmente é!

Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/Carreira/Artigo/6861/-fique-atento-o-profissional-que-voce-e-reflete-a-pessoa-que-voce-e.html

Exercite a síntese de sua comunicação e pare de perder oportunidades

    Eu sempre fui muito sensível com as palavras. Talvez porque estudei Letras e uma das disciplinas, estilística, envolvia decifrar o que ...