quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Você tem experiência?

Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: “Você tem experiência?”

A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar.

Já me queimei brincando com vela.

Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.

Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.

Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.

Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.

Já passei trote por telefone.

Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.

Já roubei beijo. Já confundi sentimentos.

Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.

Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro.

Já me cortei fazendo a barba apressado.

Já chorei ouvindo música no ônibus.

Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.

Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrela.

Já subi em árvore pra roubar fruta.

Já caí da escada de bunda.

Já fiz juras eternas.

Já escrevi no muro da escola.

Já chorei sentado no chão do banheiro.

Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.

Já corri pra não deixar alguém chorando.

Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.

Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.

Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios.

Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.

Já senti medo do escuro.Já tremi de nervoso. Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.

Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.

Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei de felicidade. Já roubei rosas num enorme jardim.

Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um “para sempre” pela metade.

Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol. Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.

Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: “Qual sua experiência?”.

Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência… experiência… Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!

Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo momento, tudo se renova…?

Fonte: http://www.textosmotivacionais.com.br/2009/12/10/voce-tem-experiencia/

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Aprenda a lidar com pessoas difíceis

Preparar e conduzir uma equipe bem sucedida depende da cooperação entre todos os membros do grupo.

Mas o que acontece se um indivíduo simplesmente não quer jogar a bola…?

Os confrontos entre líderes e membros da equipe são improdutivos, fazem perder tempo, criam um clima ruim, e abaixam o moral da equipe. Uma das mais difíceis competências de liderança em nossa opinião é lidar com pessoas difíceis.

Então, qual é a melhor abordagem? Antes de mais nada – vamos ver o porque o conflito ocorre, e o porque a pessoa está difícil - então será mais fácil saber como lidar com ela.

Neste artigo – nós usaremos o “João” como nosso exemplo de pessoa difícil.
Por que as pessoas se tornam difíceis?

O limite de sua capacidade foi alcançado. Isto poderia ocorrer em termos de habilidade ou capacidade de esforço físico… elas começam a cometer erros e não entregam o resultado exigido… isso causa frustração para elas e para os seus pares.

Elas tornam-se descomprometidas. Isto pode frequentemente ser causado pela frustração que surge quando elevados níveis de exigência são mantidos durante um longo período de tempo – elas tenderão a retirar-se da equipe.

Elas tornam-se confusas. O foco é a chave, e se ele está sempre mudando, a efetividade é reduzida. Quase sempre a causa das dúvidas e confusões são por razões pessoais e, enquanto os colegas podem conviver inicialmente com elas de forma simpática, essa situação poderá tornar-se desanimadora para todos.

Perda de motivação. Delegar pouco, ou delegar em excesso, ou ainda trazer desafios inatingíveis podem causar desmotivação. Isto pode rapidamente afetar o moral de outras pessoas e, desta forma, ser perigoso para a produtividade.

10 dicas para lidar com pessoas difíceis

Comece com você mesmo – você está conduzindo uma equipe – a sua posição significa que você pode ser um fator importante na insatisfação de João, mesmo que você goste disso ou não. As diferenças individuais na aparência, ou no estilo, podem gerar uma tensão que poderá ser usada de forma construtiva ou, caso isso não venha a ser observado e tratado, poderá causar problemas.

Avalie se você tem deixado claro o suficiente as suas novas iniciativas para o João – ele poderia estar sofrendo de insegurança ou ansiedade – lembre-se de que as pessoas geralmente não gostam de mudanças – e quando emoções, tais como o medo, entram em campo, as pessoas começam a comportar-se de forma irracional.

Pergunte a outros membros da equipe se você tem sido acessível – uma das melhores maneiras de lidar com o conflito é obter um ponto de vista equilibrado dos traços da sua personalidade. Pelo menos você saberá, então, o ponto de partida para a solução do conflito.

Examine se você tem feito cobranças ilógicas para o João. As pessoas tendem a não admitir quando estão sobrecarregadas por medo de repreensão. Volte e verifique isso, dando a elas a oportunidade de serem honestas.

Verifique se você foi injusto ao elogiar outras pessoas, ou se foi injusto desaprovando o João. Consulte pessoas de confiança da sua equipe, e também o próprio João. Lembre-se: se você é líder, você tem o poder de jogar com as vidas das pessoas – similarmente, comentários imparciais e inúteis poderão ser colhidos se você usar de uma conduta errada ao consultar a sua equipe.

Encontre o que motiva cada membro da sua equipe – pergunte-se se você está delegando muitas ou poucas responsabilidades para o João. A sobrecarga de responsabilidade pode causar o medo de cometer erros, possibilitando um conflito desnecessário.

Arranje um tempo livre para o João (e nós estamos agora começando a sentir pesarosos por ele) caso exista algum problema pessoal escondido por trás das cenas – seja simpático para ouvir os problemas que o João tem para dizer, mas certifique-se de você reconhece quando o problema está além da sua capacidade de ajudar, e verifique a possibilidade de conseguir a ajuda adequada se isso lhe for solicitado.

Se João se tornou descompromissado, explore as causas encarando-as. É possível que, se ele se juntou recentemente à sua equipe, você tenha que liberá-lo do peso de alguns compromissos passados que foram quebrados, e construir outra vez uma nova relação de confiança.

Se o conflito tem surgido porque o Joâo está simplesmente sendo sobrecarregado, ofereça apoio e treinamento, caso isso seja necessário, dentro de uma agenda compatível – mas deixe claro que se a melhoria não se concretizar, o futuro dele em sua equipe será limitado.

É seu trabalho, como um líder, conhecer muito bem os membros da sua equipe.Você poderá então observar as mudanças de comportamento, na forma de trabalhar, ou no equilibro entre o trabalho e a vida pessoal, que frequentemente podem sinalizar estresse e potenciais conflitos.

E finalmente,
Lidar com o João e com pessoas difíceis é definitivamente uma das competências mais difíceis da liderança… é mais fácil trabalhar tentando evitar uma pessoa difícil, ou tentar esconde-la embaixo do tapete, mas fazer isso acarretará, tão somente, no enfraquecimento dos padrões de conduta ética que você está implementando na sua equipe, e possivelmente vai minar a sua própria posição. Os outros membros da sua equipe também farão isso quando tiverem dificuldades para lidar com tarefas que não gostam.
Como um líder – não enterre estas questões difíceis… trabalhe duramente para resolvê-las o mais breve possível.
Lembre-se, muitas pessoas não lidam bem com situações adversas, e poderão sabotar o seu próprio futuro porque não podem ver uma maneira simples para sair do conflito.

Se a sua abordagem justa e equilibrada não pode resolver este problema não tenha receio de envolver a política disciplinar da sua organização para impedir que problemas maiores aconteçam

Fonte: http://www.advanceconsultoria.com/

Sete Características das pessoas bem sucedidas

O que faz uma pessoa ser bem sucedida? Vários fatores contribuem para que isso aconteça. Mas existem algumas características que essas pessoas têm em comum.

Veja, abaixo, quais são elas:

1 – Todas elas trabalharam duro para chegar lá. Não há dinheiro fácil no mundo. O sucesso exige trabalho duro, e só é alcançado pelos que se dispõem a enfrentar esse trabalho.

2 – Pessoas bem sucedidas são honestas. O sucesso por meios desonestos dura pouco. O vendedor mentiroso e enrolador pode garantir a primeira venda, mas certamente nunca irá criar uma clientela…

3 – Pessoas bem sucedidas são perseverantes. Tentam até conseguir.

4 – Pessoas bem sucedidas são, na maioria das vezes, amigáveis e gostam de pessoas. É isso que permite que tenham facilidade em estabelecer contato e em liderar outros, quando necessário.

5 – Pessoas bem sucedidas gostam de aprender novas coisas. Durante toda a vida. Aprender significa crescer.
Curiosidade intelectual é a chave para uma das maiores vantagens na competição profissional – a informação atualizada. Aprender significa não só adquirir novos conhecimentos profissionais. Significa, também, aprender com os próprios erros.


6 – Pessoas bem sucedidas sempre entregam mais do que prometem. Essa é uma regra de ouro – prometa a menos, entregue a mais. Assim, você não cria expectativas desnecessárias. E, ao entregar o que prometeu, causará uma agradável surpresa ao entregar mais do que prometeu.


7 – Pessoas bem sucedidas procuram soluções quando encontram um problema pela frente. Não perdem tempo se queixando, porque vêem os problemas como oportunidades de se superarem. Assim, as pessoas bem sucedidas são, normalmente, aquelas que acham soluções – enquanto o resto se queixa…


Conhecendo essas características, faça uma pequena avaliação de si mesmo.

Qual delas é mais importante para você?

Qual é a que você considera indispensável?

Qual você gostaria de incorporar ao seu comportamento profissional?

Que tal escolher uma delas e “trabalhar” no seu desenvolvimento durante o próximo mês?

Se você realmente se aplicar, verá que os resultados podem ser muito bons.

Fonte: http://site.suamente.com.br/7-caracteristicas-das-pessoas-bem-sucedidas/

O que é crise, segundo “Einstein”

Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.

A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos.

A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura.

É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.

Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.

Quem atribue à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções.
A verdadeira crise, é a crise da incompetência.

O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.

Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia.

Sem crise não há mérito.

É na crise que se aflora o melhor de cada um.

Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.
Em vez disso, trabalhemos duro.

Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Viver ou juntar dinheiro?

Há determinadas mensagens que, de tão interessantes, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.

Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico.


Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais.


Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante.

Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas.


Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário.


Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.


Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária.


É claro que não tenho este dinheiro.

Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?

Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.

Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre.


Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer.


E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz.


Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.
Max Gehringer

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Quem trabalha e acredita, sempre alcança

Não é fácil ser otimista, ainda mais se levarmos em consideração os noticiários recentes. Mas em situações adversas creio que a única saída é tentar enxergá-las pelo lado bom, trabalhando para que o melhor aconteça. Percebo que a vida e os problemas ficam menores quando os “atacamos” com altas doses de alegria. Não há mau humor que resista, por exemplo, a uma boa e verdadeira gargalhada.


Particularmente, creio que já nasci otimista. Não posso reclamar e nem tenho motivos para tanto, ao contrário, só posso agradecer. Mas nem sempre a vida foi um “mar de rosas”. Tive que lutar para que meus sonhos virassem projetos e mais tarde, felizmente, se tornassem realidade. E aplico meu otimismo não só no lado pessoal, mas especialmente no cotidiano corporativo.


Obviamente que para conquistar credibilidade e sucesso no mundo dos negócios, ainda mais no setor de prestação de serviços em Tecnologia da Informação (TI), foram necessários muito esforço, dedicação e coragem. E, acima de tudo, tive de contar com o meu já conhecido amigo otimismo. Até que conseguíssemos fechar contratos e viabilizar negócios, percorremos um longo caminho, repleto de “nãos” e adversidades. Mas sempre acreditamos no “sim”, no valor do nosso trabalho e ingenuamente, no pote de ouro ao final do arco-íris. E até agora tem dado certo.


Com esta mania de enxergar o melhor em tudo, acredito no poder da mudança e que o Brasil tem todos os ingredientes para se tornar uma das maiores potências do futuro. Sou um verdadeiro ufanista (não só em ano de Copa do Mundo) e é evidente que temos criatividade, capital humano e talento de sobra para fazer mais do que bonito aqui e lá fora. Afinal, somos referência em diversas áreas, como esporte, publicidade e tantas outras. Respeito o “american way of life”, mas aposto muito mais no jogo de cintura, na receptividade, no honesto e no criativo “jeitinho brasileiro”.


Não podemos negar que quando se tem quase tudo é mais fácil ter uma visão otimista da vida. No entanto, esta afirmação cai por terra se lembramos dos vários exemplos de superação, de personalidades e pessoas comuns que saíram da estaca zero, driblaram as dificuldades e fizeram em suas vidas verdadeiros gols de placa. O que dizer dos pintores que conseguem criar suas telas usando a boca e os pés? E de Jonas Lopes da Silva, filho de um pedreiro e de uma cortadora de cana, que deixou os canaviais para ingressar no curso de medicina da UPE (Universidade do Estado de Pernambuco), um dos mais disputados da região?


Ao invés de lamentarem as adversidades que surgiram em seus caminhos, eles reescrevam sabiamente suas histórias. O otimismo, sem sombra de dúvidas, estava por trás disso.


Com ousadia e gana de enxergar a vida pelo lado positivo, conseguindo extrair até do caos um novo caminho, é possível se reinventar. Ao invés de usar a Síndrome de Gabriela (eu nasci assim, eu vivi assim, vou morrer assim) para justificar qualquer pessimismo, façamos do otimismo nosso aliado. Muito mais do que uma escolha, a alegria deveria ser uma obrigação de cada um de nós. Afinal de contas, ser pessimista deve dar muito trabalho. E nunca pode ser maior do que a vontade de trabalhar, vencer e prosperar.

Fonte: http://www.canalrh.com.br/Mundos/colunistas_artigo.asp?o=%7b168F2E3A-D6C5-437B-B224-84C936E9F9A4%7d

Conheça os sete principais erros na comunicação no trabalho

Você já parou para pensar como é a sua comunicação no ambiente de trabalho? Pois saiba que essa análise pode ajudar a evitar diversos problemas com os colegas, a chefia, os clientes e os fornecedores.


De acordo com o especialista em comunicação verbal e focada em gestão de pessoas, Reinaldo Passadori, as empresas têm buscado profissionais competentes na comunicação, principalmente na verbal.


Ele afirma ainda que, para ter uma comunicação eficiente, é necessário que os profissionais façam uma reflexão sobre a forma que interpretam os fatos, como compreendem o próximo e como tratam as pessoas.


Erros de comunicação


Para melhorar a comunicação no ambiente corporativo, é necessário evitar alguns erros. Confira abaixo os sete principais pecados na comunicação que foram listados por Passadori:


· Apatia: o contrário é a empatia, que nada mais é do que a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o nível sociocultural e o temperamento. Ser empático é ser generoso com o outro. Com voz serena, mas firme, pode-se articular palavras com calma, confiança, polidez, o que torna a comunicação mais atraente.


· Insegurança: profissionais inseguros geralmente se comportam de maneira agressiva, o que pode causar medo e intimidação. Quem se conhece verdadeiramente detém o controle de seus atos, gestos e palavras. Uma pessoa assertiva defende suas ideias e direitos e, ao mesmo tempo, procura aceitar os dos outros, o que deve ser feito!


· Impaciência: quando se é impaciente, é difícil ensinar e aprender, já que não há espaço para a observação e o intercâmbio de informações. Uma postura sábia requer dar o tempo de maturação necessário aos acontecimentos e também tomar decisões firmes de forma serena, sem ‘atropelos’.


· Incoerência: é a diferença entre falar, defender uma ideia, valores ou posição e não seguir os discursos e as ideias apregoados. Esse comportamento desperta desconfiança e descrédito, pois as pessoas acreditam que a qualquer momento o incoerente poderá mudar de lado, sem se importar com os desdobramentos das suas atitudes.


· Prolixidade: ser excessivamente longo, cansativo e entediante numa conversa ou texto é um dos maiores pecados da comunicação. Geralmente, o prolixo não reconhece que sua expressão é confusa, cheia de palavras repetidas ou sem um significado importante e que os ouvintes não prestam atenção justamente pela falta de objetividade.


· Ignorância: falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinado tema, ou mesmo acreditar em algo falso, não tendo discernimento. Saber que existe mais conhecimento e profundidade em um assunto, porém, não buscar isso. Fazer pouco caso da importância do saber, e agir como se não precisasse do outro.


· Arrogância: caracteriza a falta de humildade, alguém que não deseja ouvir, aprender algo que não saiba ou estar no mesmo nível do seu próximo. Contraposta, a humildade é uma das qualidades mais difíceis de exercer. Porém, humilde não significa ser fraco perante a posição que ocupa. Pode-se nascer com essa característica ou trabalhar para adquiri-la. A humildade é saber ouvir, sem passar por cima do outro, é ser reverente e ter conhecimento exato do que não se é.

Fonte: http://rheal.com.br/blog/?paged=11

Exercite a síntese de sua comunicação e pare de perder oportunidades

    Eu sempre fui muito sensível com as palavras. Talvez porque estudei Letras e uma das disciplinas, estilística, envolvia decifrar o que ...